8 de abril de 2013

Nem os homossexuais e nem os não dizimistas entrarão no reino dos céus

Quando falamos de pecado a palavra que logo me vem à mente é desobediência. Sendo assim entendemos que o pecado é simplesmente a desobediência às ordens e aos preceitos do Senhor, descritas na sua palavra. Primeiro pecado praticado pelo homem, segundo a bíblia foi à desobediência a uma ordem dada por Deus no jardim do éden; a ordem é para que o homem não comesse da árvore do conhecimento do bem e do mal.

“E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”. (Gênesis 2 :16-17)

Ao estudarmos o livro de Gênesis, podemos perceber que infelizmente o homem não obedeceu a Deus. Por quê? Será que o homem não obedeceu a Deus simplesmente pelo prazer de contrariar as ordens de Deus? Não, a desobediência veio através da ambição. Eva, vendo que a fruta era boa para se comer e na sua visão ao invés de morrer, os seus olhos se abririam e ficaria como Deus. Baseando-nos nesta palavra podemos perceber como nós seres humanos somos facilmente enganados a pecar e a desobedecer ao Senhor; por muitas vezes preferimos nos enganar a ver a verdade. Algumas pessoas não cristãs podem até questionar: Que Deus é esse tão cheio de oposição? Na verdade compreendemos que o que Deus realmente quer é que simplesmente entendamos que ele é quem está no controle das nossas vidas, e para isso funcionar com certeza tem que ter regras e organização. Quando Deus nos faz certas exigências, é para o nosso bem. Muitas pessoas de religiões diversificadas criticam a forma como nós evangélicos, deixamos que Deus conduza a nossa vida. Mas imagine se isso não acontecesse? Outro dia conversando com o meu chefe até comentei os privilégios de se ter um funcionário evangélico, e um deles era justamente o temor ao Senhor. Quando deixamos de praticar algumas coisas ruins não é simplesmente porque nos achamos melhores do que o restante do mundo, mas simplesmente porque tememos desobedecer às ordens do nosso pai celestial. Imagine se não entendêssemos que roubar, matar, adulterar, enganar e outras coisas mais não fossem errados diante de Deus, como que esse mundo estaria? Deus nos limita, nos controla através das suas ordens e isso faz com que possamos viver mais tranquilamente neste mundo, muitas vezes até “mais seguros”. O que temos que deixar claro é que não é a falta da prática do pecado que nos aproxima mais de Deus, mas o que esta falta de prática traz: Obediência à sua palavra. Quando deixamos de praticar o pecado estamos, mostrado toda a nossa obediência a Deus, estamos automaticamente assumindo o nosso amor, dedicação, respeito e honra. Assumimos verdadeiramente o nosso desejo em servi-lo e agradá-lo. Qual é o meu objetivo através deste artigo? Levar a todos compreenderem a importância da obediência à palavra do Senhor, pois muitas vezes passamos dias fazendo campanhas de oração, pregamos a palavra de Deus, defendemos com unhas e dentes aquilo que verdadeiramente cremos, mas que infelizmente não passam de sacrifício de tolos. Por quê? A palavra é clara quando Deus nos orienta: 

“Porém Samuel disse: Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros”. (1 Samuel 15:22)

A grande satisfação de Deus está em justamente obedecê-lo, se fizermos inúmeras trabalhos para o seu reino em desobediência, é a mesma coisa de não fazer nada, ou seja, é perca de tempo. Por isso, compreendemos que pecado não tem tamanho, ou mentindo ou roubando estamos desobedecendo a Deus. Pecado tem consequências diferenciadas, mas todos, com exceção da blasfêmia contra o Espirito Santo, são de igual tamanho.Isso é bastante preocupante, visto que:

“Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus”. (I Coríntios 6:1)

Percebemos que os efeminados e os roubadores encontram-se na mesma situação, ambos não herdarão o reino dos céus. E aí pergunto: Dentro das nossas igrejas podemos até não aceitar a prática homossexual, mas porque aceitamos a prática do roubo? Como assim? Deixa-me ser mais clara:

“Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação”.  (Malaquias 3:8-9)

Sei que isso é pesado, mas meu papel como serva de Deus é orientar meus queridos irmãos: Cuidado com a sentença que muitas vezes damos para outras pessoas e seus respectivos pecados. Você que não é dizimista, é roubador e está simplesmente enquadrado na mesma lista dos homossexuais. Sendo assim, antes de tudo melhor fazer como a palavra nos orienta:

“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos”. (Oséias 4:6)

Não estou aqui defendendo a prática homossexual, pelo contrário, também a condeno. Só estou alertando através da palavra que cada um examine a si mesmo, antes de lançar sentença para o pecado dos outros. Lembre-se do rei Davi: "E o SENHOR enviou Natã a Davi; e, apresentando-se ele a Davi, disse-lhe: Havia numa cidade dois homens, um rico e outro pobre. O rico possuía muitíssimas ovelhas e vacas. Mas o pobre não tinha coisa nenhuma, senão uma pequena cordeira que comprara e criara; e ela tinha crescido com ele e com seus filhos; do seu bocado comia, e do seu copo bebia, e dormia em seu regaço, e a tinha como filha. E, vindo um viajante ao homem rico, deixou este de tomar das suas ovelhas e das suas vacas para assar para o viajante que viera a ele; e tomou a cordeira do homem pobre, e a preparou para o homem que viera a ele. Então o furor de Davi se acendeu em grande maneira contra aquele homem, e disse a Natã: Vive o SENHOR, que digno de morte é o homem que fez isso. E pela cordeira tornará a dar o quadruplicado, porque fez tal coisa, e porque não se compadeceu. Então disse Natã a Davi: Tu és este homem. Assim diz o SENHOR Deus de Israel: Eu te ungi rei sobre Israel, e eu te livrei das mãos de Saul;" (2 Samuel 12:1-7)
Digo isso porque a palavra do Senhor nos diz que a nossa luta não é contra a carne e sangue, mas contra os principados e potestades do ar. Sendo assim venho através destes alertar a alguns irmãos que a briga do Pr. Marco Feliciano é espiritual e quem tiver disposto a entrar nela, de antemão precisa se preparar espiritualmente, para que não façam sacrifício de tolos e venham sofrer sérias consequências. Quer ajudar o pastor? Se prepare, ore. Porque o povo de Deus não se reúne em campanhas de jejuns e oração? Satanás se vence é assim. Digo isso porque tenho percebido a falta de prudência de alguns servos de Deus, que ficam horas escrevendo bobeiras no facebook, sem saber exatamente que está dando a sua própria sentença. Esse é assunto é sério, essa briga é grande, mas infelizmente o exercito não tem se preparado. Qual o resultado de uma guerra sem que os soldados não estejam preparados?

“Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus”. (I Coríntios 6:1)

Jesus, o maior líder existente em toda história da humanidade, tratou o pecado de forma misericordiosa. Assim como os roubadores, os adúlteros e efeminados não entrarão no reino dos céus e olha como Jesus tratou uma adúltera. “E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando. E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? Isto, diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra. E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra. Quando ouviram isto, redarguidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio. E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais”.  (João 8:3-11).
Através deste texto, não quero que os irmãos desistam de pregar a verdadeira palavra de Deus, combatendo da melhor forma possível as obras da carne, pelo contrário, só quero alertá-los a cerca de que para isso é necessário uma preparação espiritual.


Mônica Bastos