9 de novembro de 2015

Emoções versus decisões

Alcançar uma carreira de sucesso é um objetivo de grande parte dos profissionais. Ter um ótimo currículo, habilidade técnica e experiência na área são requisitos de extrema importância, para sermos profissionais bem-sucedidos. Mas para alcançarmos êxito na carreira, precisaremos mais do que isso. Precisaremos de capacidade psicológica para compreender pensamentos e emoções, principalmente no processo de tomada de decisão.
Estamos vivendo dias difíceis, porque nos preocuparmos com algo aparentemente tão supérfluo como as emoções? O neurocientista português António Damásio, afirma que as emoções desempenham um papel muito importante no desenvolvimento do raciocínio e na tomada de decisão.  Segundo ele, há decisões que são evidentemente feitas pela própria emoção. Sendo assim, o sucesso das nossas decisões dependerá da maneira como estamos nos sentindo e como controlamos isso. Quem já não ouviu em determinada situação a orientação? Não tome nenhuma decisão com raiva. Parece insano, mas é preciso ter esse mesmo cuidado quando estamos alegres, tristes e também com medo.
Desta forma, podemos afirmar que se o profissional, ainda que capacitado, não souber lidar com as suas próprias emoções e com as emoções dos colegas e líder, tem grande chance de colocar a sua carreira em risco. Especialistas afirmam que é muito difícil separar a vida pessoal da profissional, mas acreditam que é possível gerenciar impulsos, com o intuito de driblar as adversidades ao longo da carreira.
Segundo o psiquiatra Eric Berne, o ser humano traz ao nascer, cinco emoções básicas: Alegria, afeto, raiva, medo e tristeza.
Se alguém te perguntasse: Quais as emoções mais importantes? Logicamente as respostas seriam: Alegria e afeto, talvez por serem mais agradáveis e mais fáceis de lidar. Crescemos com a visão de que devemos procurar a alegria, propagar o afeto, guardar a raiva, esquecer o medo e abandonar a tristeza. Essa é uma visão errônea. Não podemos trabalhar algumas emoções, deixando sucumbir outras. Precisamos aprender a lidar com cada uma delas entendendo que todas são de igual importância.
Qual a melhor maneira para lidarmos com as emoções? A melhor maneira é aprender a lidar com sentimentos alheios a nós direcionados. Sentimentos que diretamente ou indiretamente nos atingem de forma negativa. Como podemos fazer isso? Usando toda negatividade ao nosso favor.
Algumas situações fogem do nosso controle, mas apesar das dificuldades temos que persistir, com o objetivo de alcançar as nossas metas, e muitas vezes para isso, teremos que aprender a controlar os nossos impulsos.
Todos os seres humanos são diferentes psicologicamente e individualmente tem uma história de vida. ­­­­­­­­ Alguns têm um repertório melhor que outros para lidar com emoções. Não é fácil conseguir manter-se sereno diante de uma adversidade administrando as emoções, mas ainda que você não tenha aprendido a lidar com as suas emoções, ter a compreensão de que elas influenciam positivamente e negativamente no seu poder de decisão é de grande valia.
Quando controlamos as nossas emoções, temos uma habilidade maior para lidar com os problemas diários, resistir a grandes pressões, sem entrar em surto psicológico, transformando as experiências negativas em aprendizado e oportunidades. Conseguimos superar adversidades e depois de tantas experiências dolorosas, ter a capacidade de dar a volta por cima. É a força aliada a uma forte vontade de vencer e que depende exclusivamente de nós e da nossa capacidade em tomar as decisões certas.

Mônica Bastos

9 de outubro de 2015

Ambiente profissional ou familiar?

As empresas são constituídas de pessoas e dependem delas para atingir seus objetivos e cumprir suas missões. Atualmente as pessoas passaram a significar o diferencial competitivo que mantém e promove o sucesso organizacional, passando a constituir a competência básica das organizações, isso graças ao seu capital intelectual. As organizações dependem direta e indiretamente das pessoas para operar, produzir seus bens e serviços, atender seus clientes, competir no mercado e atingir seus objetivos globais e estratégicos. Mas as pessoas também dependem das organizações para atingir seus objetivos pessoais e individuais, recebendo das mesmas, salários, benefícios, segurança e retribuições. Na verdade há um processo de reciprocidade na interação entre pessoas e organizações. Cada uma das partes depende uma da outra, promovendo uma relação de mútua dependência na qual há benefícios recíprocos, ou seja, uma relação de duradoura simbiose entre pessoas e organizações.
No entanto, o índice de profissionais insatisfeitos com a carreira ou emprego aumentou consideravelmente nos últimos anos. As maiores reclamações estão sempre relacionadas ao ambiente de trabalho, ou seja, a equipe, ao chefe, ao salário, a possibilidade de crescimento, entre outras. Há muitos profissionais bem sucedidos, que são respeitados pelos chefes e até admirados pelos colegas. Mas também há profissionais que perderam totalmente o respeito e admiração de todos. Porque isso acontece?
Grande parte dos problemas podem ser atribuídos, a fatores comportamentais. De maneira imperceptível, muitos profissionais passam maior parte do dia se relacionando com colegas de trabalho e clientes. Essa aproximação quando exagerada pode trazer uma inversão de papéis e consequentemente conflitos de identidade. O ambiente de trabalho passa a ser considerado um ambiente familiar. O chefe e os colegas de trabalhos se transformam em melhores amigos e muitas vezes confidentes.
O que todo profissional precisa compreender é que o ambiente de trabalho, por mais tranquilo que seja, é uma empresa e que busca a todo custo gerar lucros e se destacar em um mercado altamente competitivo. Para isso ela não precisa de amigos e sim de colaboradores que desempenham a função de maneira que os seus objetivos sejam alcançados.
Por mais amigável e solícito que um colega possa parecer, não se esqueça de que ele está ali para trabalhar com o intuito de prosperar profissionalmente e também financeiramente. Ninguém busca um emprego com o objetivo de fazer novas amizades. Não que elas não possam acontecer. Mas é preciso aprender a separar as coisas para que lá na frente não venhamos a nos decepcionar com algumas atitudes que venham nos desagradar, causando conflitos interrelacionais. Desta forma o colega, confundido com amigo, passa a ser inimigo. E o ambiente tranquilo passa a ser considerado um campo minado.
Tratar os profissionais como recursos organizacionais é um desperdício de talentos e de massa encefálica produtiva. Tratá-los como amigos é levá-los a confundir o ambiente de trabalho com a própria casa. Para que tudo ocorra bem, o profissional, a empresa e os colegas devem compreender que são apenas parceiros e colaboradores dos negócios da empresa, nada mais que isso.

Mônica Bastos

21 de setembro de 2015

Viver é uma arte

Henrik Ibsen dizia que viver é uma arte. A palavra arte dá ideia de beleza e facilidade. A vida é verdadeiramente bela, mas será igualmente fácil? Ao pesquisarmos sobre a palavra arte, descobrimos que essa é uma palavra de origem latina, "ars" que significa técnica ou habilidade. Desta forma podemos compreender melhor o que Henrik Ibsen queria nos dizer ao comparar a nossa vida a uma arte, ou seja, para vivê-la da melhor maneira possível precisaremos de muitas técnicas e habilidades. E onde aprenderemos sobre estas técnicas? Como conseguiremos estas habilidades? Vivendo.
É necessária a compreensão de que não nascemos prontos, e assim como a vida é uma arte, segundo Brian Weiss: “A vida é uma escola. Estamos aqui para aprender... Estamos aqui para desaprender”.
Esse processo de aprendizagem dá-se início desde o nosso nascimento. Os bebês nascem com um grande potencial que precisa ser desenvolvido de forma adequada. Para que isso aconteça é importante que o bebê se sinta seguro. O bebê passa nove meses num ambiente seguro, ao nascer tudo é novo, o que ele mais precisa? Segurança. Incrível, os anos vão passando, novos ambientes vão surgindo, e lá estamos nós, de antemão necessitando mais uma vez de nos sentirmos seguros. Quem se lembra do primeiro dia de aula? Do primeiro dia que dormiu fora de casa? Do primeiro emprego?
No primeiro ano de vida o mais importante é o desenvolvimento das sensações, a descoberta do andar, pegar, rir. É todo um conjunto de aprendizado. Com o passar dos anos, e com os novos ambientes é necessário o mesmo processo de adaptação. As descobertas serão sempre as mesmas. Andar, pegar, rir, mas agora de maneira mais cuidadosa. Como devo andar? O que devo pegar? Em que momento deve ou não rir? A cada novo ambiente, surgem novos desafios e novos aprendizados.
Viver nem sempre será leve e agradável, pode ser cansativo e massacrante. A vida é mesmo complexa, cheia de riscos. Todo o  tempo somos pressionados a fazer escolhas e nós seremos sempre os responsáveis por cada uma delas. E o pior disso é que nós nem sempre temos o controle dos efeitos das nossas escolhas, situações improváveis sempre acontecem.
Durante a nossa vida experimentaremos diferentes etapas de desenvolvimento, que precisam ser por nós estimulados.Haverá momentos de tristeza, mas também de alegria e assim a história de cada  um é construída. Se viver é uma arte, então que tornemo-nos rapidamente artistas.

Mônica Bastos

Publicado:http://paginarevista.com.br/monica_bastos.html

13 de setembro de 2015

Pense fora da caixa

Atualmente a situação do país é extremamente difícil. Na busca por soluções para as suas dificuldades muitas pessoas têm tomado medidas drásticas. O nível de estresse coletivo é altíssimo e o desespero por parte de alguns é visível. Infelizmente o desespero não vem sozinho, traz consigo a desesperança que possivelmente nos deixa inertes diante da situação. A criatividade falha e a saída mais viável é seguir a maioria e seguir a maioria pode não ser tão proveitoso quanto parece. Essa atitude nos dá apenas uma sensação de que não estamos sozinhos no mesmo barco e isso é realmente reconfortante, mas do que adianta caminhar com a maioria quando percebemos que estamos indo em direção a um grande iceberg? Ter a certeza de que não afundaremos sozinhos? Em situações difíceis precisamos buscar estratégias que nos levem para longe do problema e para isso é necessário aprender a pensar fora da caixa. O que seria essa caixa? Nossos conceitos, crenças, costumes, nossa zona de conforto, o lugar ou situação a qual nos tornamos reféns.
Qual o problema de pensar dentro da caixa? A dificuldade para ver além. Acostumamo-nos tanto com a situação que corremos o risco de perdermos a própria identidade. A nossa visão é limitada e alterada de acordo o que diariamente vivenciamos. De maneira imperceptível a minha idade afeta o meu modo de pensar, o meu histórico afeta o meu modo de pensar, os meus pais, o meu gênero, a minha comunidade, os meus amigos afetam o meu modo de pensar, negando quem somos e o que almejamos. Concordo com Anthony Robbins quando diz: “Porque se não dirigirmos nossos pensamentos, cairemos sob a influência daqueles que nos condicionariam para nos comportarmos como desejam”.
Muitas pessoas não têm certeza se querem verdadeiramente pensar fora da caixa, já que é algo que envolve grande risco. Mas precisamos ter consciência de que toda decisão envolve risco. Se sair da caixa é arriscado, ficar dentro dela não nos isenta dos riscos.
Se optarmos pelo novo, por pensar fora da caixa,  o primeiro passo é abrir a nossa visão para fazer uma análise acerca do nosso ambiente e o impacto que ele causa nas nossas vidas. Logo é necessário perguntarmos para nós mesmos: Como me sinto nesta situação? Quais as minhas expectativas? Elas podem ser alcançadas? As respostas destas perguntas podem nos dar um direcionamento, principalmente se chegarmos à conclusão de que estamos numa situação difícil. Situações difíceis são ideais para identificarmos a necessidade de mudança. Mas mudar, inovar, não é uma tarefa muito fácil. Existem inseguranças e investimentos são requeridos. Esta é uma atitude tomada por aqueles que compreendem que para estar sempre a frente é necessário ser mais competitivo, e para ser mais competitivo é preciso inovar.Sair da nossa zona de conforto e tentar obter uma nova perspectiva acerca das ideias e ações que temos é algo complicado, principalmente quando já estamos acostumados com uma rotina fixa. Será necessário um trabalho de desconstrução, com o intuito de que uma nova ideia surja. Mas quando isso acontece ganhamos discernimento sobre a própria vida, e partimos à procura de oportunidades que estão alinhadas com aquilo em que acreditamos.Ganhamos dignidade e muitas chances de encontrar um trabalho com propósito.
Romper barreiras e quebrar paradigmas depende exclusivamente de nós mesmos, por isso é preciso ter cuidado para não sair de uma caixa e entrar em outra.
“Arrisque-se! Toda vida é um risco. O homem que vai mais longe é geralmente aquele que está disposto a fazer e a ousar. O barco da 'segurança' nunca vai muito além da margem”. (Dale Carnegie)
Mônica Bastos

20 de agosto de 2015

Missão de vida. Eu tenho uma?

Inúmeras vezes ouvimos de algumas pessoas ao realizarem determinada tarefa, a seguinte afirmação: “Essa é a minha missão de vida”. Infelizmente muito de nós ainda não conseguiu identificar qual a sua verdadeira missão, talvez por não saber exatamente do que se trata.
Na maioria das vezes, a missão é confundida com hobby e também com profissão, no entanto, nós escolhemos hobby e profissão, mas não escolhemos a missão. Essa incumbência está intrínseca em nós, e desde os nossos primeiros anos de vida, começa a se revelar.
O que é missão de vida? Eu tenho uma? A missão de vida é o que podemos denominar de CHAMADO, o motivo da nossa existência. Sem ela, a nossa vida se torna vazia, e passamos grande parte do tempo, tentando encontrar o motivo pelo qual estamos nesta terra. A missão de vida dá ao ser humano uma importância que muitas vezes não é notada e valorizada por ele mesmo. Quando compreendemos que temos uma missão de vida, descobrimos que somos únicos e que fomos chamados para cumprir algo específico no mundo, algo que só nós podemos realizar.
O mundo hoje possui mais de 7 bilhões de habitantes e sem dúvidas, todos tem uma missão. Infelizmente, grande parte não descobriu a sua, uma grande parte nem se importa com isso e outra grande parte nem sabe da sua existência.  Mas se todos nós temos uma missão, não seria justo que todos soubessem e se importassem? Sim, isso aconteceria se as pessoas não negligenciassem o seu chamado. Todos nós temos um chamado, e é importante cumpri-lo, de maneira que outras pessoas não sejam prejudicadas pela nossa falta de sensibilidade.
Há alguns anos atrás, estava em um grande evento, e o pregador da noite disse: “Não estava nos meus planos vir ao Brasil, mas Deus disse a mim que viesse, pois eu precisava  falar com uma pessoa. Então eu vim”.  Não sabemos ao certo o que aconteceu, creio que o pregador não se preocupou em saber quem era a pessoa, ele veio, cumpriu o seu chamado, e saiu satisfeito em fazê-lo. Esse é o verdadeiro sentido da missão, cumpri-la, independente dos resultados.
Jesus veio a este mundo com uma missão específica, morrer em nosso lugar para que os nossos pecados fossem perdoados e assim pudéssemos alcançar a vida eterna. Muitos reconhecem o chamado e a missão de Jesus, outros não se importam, mas nem por isso Cristo deixou de realizá-lo, ou está insatisfeito com o resultado. Ele sabe que cumpriu aquilo que lhe foi proposto, mas está nas pessoas compreenderem ou não.
Quando temos convicção do nosso chamado, não há em nós preocupação alguma em relação a reconhecimento ou aceitação. A nossa satisfação está em realizá-lo.
Agora a pouco me lembrei do acidente fatal, que ceifou a vida do cantor Cristiano Araújo e da sua namorada. Um casal jovem, com um belo futuro pela frente. Se pudesse dizer alguma coisa para seus pais, faria algumas interrogações: Será que a missão dos dois  nesta terra já não foi cumprida? Será que Cristiano não cresceu e ficou famoso para um dia, sua morte servir de exemplo para milhões de pessoas? Quantas vidas foram salvas, desde a sua morte? Quantas pessoas agora usam cinto devido ao acontecido? No entanto, sabemos que tem aqueles que não se importam e que diariamente morrem por negligenciarem a grandiosidade da informação. Será que a família do Cristiano e da sua namorada entenderiam? Será que a dor diminuiria? Com certeza não. No entanto, nenhum comercial, a nível mundial, transmitiria uma mensagem de maneira tão forte e impactante.
O que é missão de vida?  Altruísmo e dedicação. É abrir mão das suas vontades em prol de ajudar o outro. É caminhar de mãos dadas com todos, certos de que existe algo bem maior. É compreender que a caminhada é longa e que requer de nós cumplicidade em cumprir todas as tarefas a nós propostas. 
Se alguém me pedisse para fazer um desenho sobre missão de vida, desenharia uma fila enorme de pessoas. E nesta fila cada um se mantém no seu lugar, sem tumulto, recebendo algo especial do colega de trás e logo repassa para o colega da frente. E todos caminhando em uma só sintonia, cada um cumprindo o seu papel de emissor e receptor ao mesmo tempo. Nada de reter, quando retemos aquilo que recebemos, causamos confusão na nossa vida e na vida de muitas outras pessoas.
Qual a sua missão de vida? Descubra e comece a praticar.

Mônica Bastos




4 de agosto de 2015

Vencendo desafios com coaching

Segundo Abraham Lincoln, “O êxito da vida não se mede pelo caminho que você conquistou, mas sim, pelas dificuldades que superou no caminho.” Vencer dificuldades e desafios diários é uma busca incansável do ser humano. Infelizmente, nem todas as pessoas conseguem ser bem sucedidas neste quesito, visto não estarem emocionalmente preparadas para enfrentar determinadas situações, principalmente aquelas que ocorrem de maneira inesperada. O que dificulta esse processo, é a aceitação de que vencer desafios, requer de nós autoconhecimento. Se conhecer alguém nos coloca em vantagem, imagine conhecer a nós mesmos?
Autoconhecimento é uma das propostas do livro:Vencendo desafios com o coaching, do José Roberto Marques, presidente do Instituto Brasileiro de Coaching e da Master Coach Marta Ribeiro. O livro apresenta de maneira ampla, soluções práticas de como vencer desafios através do processo de coaching. Um processo mágico, onde o individuo é desafiado e confrontado todo o tempo a se autoconhecer, levando-o a se afastar de tudo que o prejudique e se aproximar de tudo que o faz bem, revendo seus conceitos e valores, conhecendo suas fraquezas e potencialidades. Tudo com um único objetivo, vencer desafios para alcançar os resultados positivos esperados.
Agora, se você é do tipo descansado e que procura receitas prontas para alcançar o sucesso, definitivamente, esse livro não é para você, mas para aqueles que realmente acreditam que vencer, depende exclusivamente de nós mesmos, do nosso esforço, dedicação e principalmente da nossa força de vontade.
O livro “Vencendo desafios com coaching” traz consigo grandes lições acerca de nós seres humanos, de como somos sensíveis e ao mesmo tempo, como podemos ser facilmente insensíveis. O quanto somos fortes e ao mesmo tempo fracos. Como podemos ser bons e ao mesmo tempo maus. Tudo é uma questão de escolha. Nós decidimos os sentimentos que devemos cultivar em relação a nós mesmos e em relação aos outros. Compreendendo que o controle da nossa vida está em nossas mãos. Está em nós decidir o que queremos ser, independente da situação atual. Todas as nossas escolhas diretas ou indiretas sempre refletem em nós. Se não estamos gostando do que estamos vendo, porque não mudar? Só há um motivo para não mudar, estarmos possuídos pelo espírito da Gabriela cravo e canela. Quem lembra?
“Eu nasci assim, eu cresci assim e eu sou mesmo assim.” Independente de como nascemos ou crescemos, temos em nós a capacidade de transformação.
E é isso que o livro trás para nós, a visão de que todos nós somos capazes de mudar e vencer nossos desafios diários. Mas para isso é claro, de antemão precisamos aprender a enfrentar e vencer os nossos lobos internos, que insistem em nos devorar. Precisamos aprender a nos livrar de todas as crenças que nos impedem de avançar. Precisamos aprender a escutar as nossas emoções, permitindo-nos compreender a nossa verdadeira essência. Precisamos ser corajosos, tomar atitudes, sem medo de arriscar.
O Livro 'Vencendo Desafios com Coaching', é uma obra que procura trazer o que há de melhor em você, para que assim você possa superar tudo aquilo que te impede de alcançar os seus objetivos. Enfrentar os nossos medos não é uma tarefa muito fácil, mas também não é impossível. Está relacionado ao quanto você está disposto a enfrentar os seus medos para alcançar os seus objetivos. Você quer realmente superar esses obstáculos?” Se a resposta for sim, leia: Vencendo desafios com coaching e aprenda como fazer isso.


Mônica Bastos

24 de julho de 2015

O livro Geração de Valor e as lições de um Silva que brilha

“ Era só mais um Silva que a estrela não brilha”...

Sim, talvez verdadeiramente esse fosse o futuro do Flávio Augusto, caso tivesse carregado consigo esse muro ideológico: “Quem nasce pobre morre pobre”. No entanto, movido pelo seu instinto empreendedor, decidiu deixar de seguir os padrões e fórmulas de sucesso de uma sociedade movida à exclusão social e criar seus padrões fundamentados em seus próprios conceitos, princípios e valores. Que é o que ele constantemente chama de: “Sair do fluxo da boiada e pensar fora da caixa”. O contexto desafia o empreendedor a avançar ou recuar. É um desafio natural do dia a dia.
O livro Geração de Valor, escrito pelo Flávio Augusto, faz jus ao nome, pois nos ensina que Empreendedores de sucesso, de antemão, necessitam gerar VALORES. Não valores impostos pela sociedade, que cria em nós uma mentalidade pequena, medíocre, matando os nossos sonhos, norteando as nossas decisões, transformando-nos em verdadeiros perdedores. Mas de valores gerados a partir de uma visão inovadora e empreendedora que não abre espaço para entulhos, como fórmulas e regras preestabelecidas.
“ Não dá para construir um prédio em cima de entulhos.”
Geração de Valor traz um conjunto de ideias que subvertem os antigos conceitos de Empreendedorismo, por combater veemente tudo aquilo que aprendemos anteriormente acerca do assunto, abrindo a nossa visão para um novo conceito que comprovadamente deu certo, ou seja, não há fórmulas para empreender. Somos protagonistas da nossa própria história. “Nós somos responsáveis pelo que fazemos. Temos a chance de pegar o leme da nossa vida e assumir o controle.” Uma história que com certeza haverá altos e baixos, certo e errado, sucesso e fracasso. Mas uma história que nos dará Know-how que com certeza só será adquirido com as experiências e principalmente resultados.
Não é um livro enganador, onde nos é dado o mapa da mina, aquele mapa que nunca nos leva a lugar algum. Mas um livro que nos inspira a sonhar, deixando-nos claro que para realizar sonhos, precisamos de muita coragem para assumir riscos e principalmente de muito trabalho para que tudo em algum momento se concretize. Abrindo os nossos olhos para a verdadeira realidade a qual estamos inseridos, ou seja, nos ensinando que mesmo traçando metas e nos dedicando muito, ainda assim podemos fracassar. O que não podemos permitir é que o medo de fracassar nos impeça de seguir adiante. E mesmo que o fracasso em algum momento nos alcance, não podemos permitir que o mesmo impeça-nos de inovar e fazer diferente. Crescer não é fácil, é desafiador e gera muito desconforto, mas “Sempre vai existir uma oportunidade para quem quer empreender e fazer acontecer.
Segundo Flávio Augusto: “ Se alguém disser que é fácil é mentira, mas se alguém disser que é impossível é porque já perdeu a fé e está morto ou porque é um sabotador de sonhos.”
O que aprendi: Alcançar objetivos não é nada fácil até porque quando sonhamos, planejamos e estipulamos metas, calculamos tudo; lucro, sucesso, fama, resultados positivos, menos as dificuldades. Por um lado isso não é tão ruim, até porque se iniciarmos um empreendimento pensando nas dificuldades, nos empecilhos, nos obstáculos, com certeza seremos motivados a desistir. No entanto, dificuldades existem e sempre vão existir, só precisamos aprender o que fazer com elas. Temos duas opções: Desistir de tudo e aprender a convivermos com o “Se eu tivesse feito” ou seguir em frente dando um novo significado às dificuldades. Talvez mudando até o seu nome. Que tal substituir o nome dificuldade por preparação?E quando as pessoas perceberem que estamos cansados, desmotivados e nos perguntarem: Está tendo dificuldades?E nós, calmamente responderemos: Que nada, estou apenas sendo preparado.
Se eu indico o livro Geração de valor? Sem dúvidas. É um livro direcionado para todos aqueles que entendem que empreender não é lucro, sucesso, fama, mas sim missão gerada através de VALORES.  Eu sou GV.

Mônica Bastos



29 de junho de 2015

Aprenda mais sobre esse "negócio"chamado resiliência

Viver definitivamente não é fácil, e para fazermos isso de maneira tranquila, precisa haver um esforço muito grande da nossa parte, pois somos seres completamente emocionais e tudo que acontece à nossa volta, dá-nos logo motivos para desistir, entregar os pontos ou até mesmo prosseguirmos com mais entusiasmo, isso depende muito do nosso nível de resiliência pessoal.

Como você se comporta em meio aos problemas complicados? Foge ou enfrenta? Se você é daquelas pessoas que enfrenta os problemas e ainda se beneficia com eles, não há dúvidas de que você é uma pessoa resiliente. Não entendeu? Uma pessoa resiliente é aquela que possui habilidades para lidar com os problemas diários, resistindo a grandes pressões, sem entrar em surto psicológico, transformando todas as experiências negativas em aprendizado e oportunidades. É superar adversidades e depois de tantas experiências dolorosas, ter a capacidade de dar a volta por cima. É a força aliada a uma forte vontade de vencer e que depende exclusivamente de nós e da nossa capacidade em tomar decisões.
Não é fácil ser resiliente, não é fácil conseguir manter-se sereno diante de uma situação de adversidade administrando as emoções, no entanto se fizermos uma análise das perdas e dos ganhos, podemos comprovar que as pessoas resilientes conseguem com uma facilidade maior serem bem sucedidas. Por quê?
Durante a nossa trajetória de vida, aprendemos que razão e emoção devem caminhar separadas e que em momentos decisivos, a razão deve sempre prevalecer. No entanto, o neurocientista português António Damásio, nos afirma que as emoções são inseparáveis da razão humana e que as emoções desempenham um papel muito importante no desenvolvimento do raciocínio e na tomada de decisão.  Segundo António há certas decisões que são evidentemente feitas pela própria emoção. Se a razão caminha lado a lado com as emoções, administrar as emoções nos coloca à frente daqueles que insistem em optar pela razão ou daqueles que optam sempre pela emoção.

Posso aprender a ser uma pessoa resiliente?
Sabemos que todos os seres humanos são diferentes psicologicamente e individualmente tem uma história de vida. ­­­­­­­­ É natural que alguns tenham um repertório melhor que outros para lidar com as adversidades e suportar o estresse. Então, se você não cresceu resiliente, se abate facilmente porque não foi convidado para aquela festa que nem estava interessado em ir e fica transtornado por que o vizinho não te cumprimentou, ainda assim pode aprender a desenvolver a resiliência. Para isso é de suma importância compreender que a resiliência significa construir novos caminhos de vida a partir do enfrentamento das adversidades. Fernando Loschiavo Nery descreve resiliência claramente em uma das suas frases: “Se atirarem pedras contra você, faça delas uma muralha ou um grande castelo.”

Como conseguir alcançar a resiliência?
Da mesma forma que fazemos para alcançar qualquer outro objetivo, mantendo o foco e principalmente a disciplina. Muitas coisas não estão sob o nosso controle, como por exemplo, as tempestades. Não me lembro de ninguém trabalhando para acabar com elas, até porque, acabar com as tempestades seria também acabar com algo indispensável à sobrevivência humana, as chuvas. Precisamos das chuvas, mas muitas vezes elas trazem essa perturbação atmosférica violenta, desejar o fim de uma coisa, é também desejar o fim da outra. O que fazer? Prepararmo-nos para os temporais (problemas, adversidades), que muitas vezes vem acompanhando as chuvas (sonhos, bênçãos, conquistas). Infelizmente em meio às tempestades não podemos fazer muito, a não ser esperar que a mesma se acalme e que vá embora. O importante a ser feito é depois, olhar os estragos, os prejuízos e ter a capacidade para colocar a mão na massa e reconstruir tudo.
Sabemos que muitos são os estragos deixados por uma tempestade, mas se nós formos analisar os destroços, vamos encontrar muita coisa nova, trazidas de longe, que com certeza, serão importantes na nossa fase de reedificação.

Como saber quando uma tempestade está chegando?
Nenhuma tempestade chega em silêncio, sempre é anunciada através de fortes ventos e relâmpagos. Fique atento aos sinais.

“Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes.” (O código da Inteligência", Augusto Cury, Thomas Nelson Brasil.)


Mônica Bastos

15 de junho de 2015

Mesma dificuldade, solução diferenciada.


Resolvi ir ao dicionário e pesquisar o significado de uma palavra, que insiste em fazer parte do nosso vocabulário, dificuldade: Caráter daquilo que não é fácil; atributo do que é difícil, trabalhoso, árduo; impedimento ou obstáculo; oposição; Aquilo que denota complexidade; algo complicado.
As dificuldades atingem a todos, independente da classe social, religião, cor da pele ou sexo; todos nós somos humanos e temos as nossas deficiências e fraquezas.
Infelizmente as dificuldades tem grande influência sobre as nossas vidas, fazendo-nos estacionar e muitas vezes até desistir. Como vencer as nossas dificuldades? Jesus é mestre em vencer dificuldades e deixa-nos grandes ensinamentos através da sua palavra.

1. Priorize a causa: Um cego se aproxima de Jesus: “... e, chegando ele, perguntou-lhe, dizendo: Que queres que te faça? E ele disse: Senhor, que eu veja.” (Lucas 18:40-41).A pergunta de Jesus parece brincadeira. No entanto, um cego é acometido por inúmeras dificuldades, desde se locomover até prover o próprio sustento. Jesus estava ali para ajudá-lo, mas o cego é quem decidiria qual dificuldade resolver. O cego sabia que aquela poderia ser a sua última chance, então disse: “Senhor, que eu veja.” Ele não priorizou as dificuldades originadas pela cegueira, mas a cegueira, causadora de inúmeras dificuldades.
Perdemos grandes oportunidades na vida, por não saber priorizar aquilo que deve ser priorizado. Então, se tivermos que gastar tempo e esforço para resolver uma dificuldade, que nosso investimento seja alto, a fim de resolvermos a causa. Toda dificuldade tem uma origem, e é nessa origem que devemos agir.

2. Não meça esforços: Vendo Jesus um cego de nascença, foi até ele: “Tendo dito isto, cuspiu na terra, e com a saliva fez lodo, e untou com o lodo os olhos do cego. E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé. Foi, pois, e lavou-se, e voltou vendo.
( João 9: 6-7)
 Existem muitas pessoas que se dispõe a nos ajudar, mas precisamos compreender que nunca se esforçarão na mesma proporção que nós. Se quisermos resolver as nossas dificuldades, nós mesmos precisaremos correr atrás de soluções.
O cego sabia quem era Jesus e tinha convicção de que o mesmo poderia ajudá-lo e ao encontrá-lo, humildemente aceita as suas orientações e as coloca em prática sem questionar.
Infelizmente o nosso egocentrismo priva-nos de receber orientações de pessoas mais experientes que podem de fato nos orientar a tomar as melhores decisões.
Não é fácil ouvir orientações e nada fácil colocá-las em prática quando estão totalmente fora daquilo que estamos acostumados a fazer. No entanto, precisamos quebrar paradigmas e abrir a nossa mente para o novo. Se fazemos sempre as mesmas coisas e não estão dando certo, isso é um grande indício de que estamos na direção errada. Então, assim como aquele cego, precisamos colocar a mão na massa e abrirmos para o novo, mesmo que esse novo muitas vezes pareça-nos loucura. Quem disse que resolver dificuldade é fácil?
Humildade, fé e disposição são grandes lições extraídas da atitude de alguém que queria resolver suas dificuldades.

2. Mantenha sigilo: Chegando a Betsaida, levaram um cego até Jesus, pedindo-lhe que o tocasse: “E, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia; e, cuspindo-lhe nos olhos, e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe se via alguma coisa.
E, levantando ele os olhos, disse: Vejo os homens; pois os vejo como árvores que andam. Depois disto, tornou a pôr-lhe as mãos sobre os olhos, e o fez olhar para cima: e ele ficou restaurado, e viu a todos claramente. E mandou-o para sua casa, dizendo: Nem entres na aldeia, nem o digas a ninguém na aldeia.” ( Marcos 8:22-26)
O cego, ao procurar Jesus, sabia o que queria, ser por ele tocado, pois acreditava que se Jesus o tocasse, seria curado. Ele procurou alguém que realmente podia  ajudá-lo. Se quisermos resolver as nossas dificuldades, precisamos pedir ajuda às pessoas que ao invés de alarmarem, ajude-nos a resolvê-las.
Neste último caso, o cego foi junto com Jesus para fora da aldeia, recebeu a cura e Jesus o orientou a ficar calado. Nem sempre devemos alarmar as nossas conquistas. Muitas vezes devemos simplesmente nos calar, evitando que maiores dificuldades sejam geradas à ­­­­partir da resolução de algumas. Quem? Como? São perguntas que muitas vezes não necessitam ser respondidas.
A estudarmos a forma grandiosa como Jesus curou esses três cegos, percebemos que ambos tinham a mesma dificuldade, mas Jesus os curou de maneira diferenciada, nos ensinando que cada um é cada um. Não podemos olhar para o outro e seguir as mesmas estratégias, com o intuito de chegarmos ao mesmo lugar, talvez isso não seja possível. Pedir direção ao Espírito Santo de Deus é sempre a melhor decisão.

Mônica Bastos






31 de maio de 2015

Livro: Uma lição de amor


Uma lição de amor, narra à história de dois irmãos gêmeos que se apaixonam pela mesma mulher.  Ana Luísa, uma jovem interiorana que se muda para o Rio de janeiro com o objetivo de cursar Serviço Social em uma determinada faculdade, precisa aprender a lidar com a rotina de uma cidade grande. Tudo fica mais fácil quando conhece Otávio, um estudante do curso de Direito, que a ajuda nesse seu processo difícil, porém necessário. Otávio apresenta Ana para o seu irmão gêmeo Eduardo, um estudante de medicina. A amizade dos três é selada.
Romântico, sensível e comovente, Uma lição de amor é uma obra emocionante de Elysanna Louzada, sobre a descoberta do real significado do amor. Mais do que um bonito romance, ele reúne à leveza do amor juvenil, com os medos, a insegurança, as comparações, os anseios de uma juventude sonhadora e a consciência de que todo o tempo nós somos obrigados a fazer escolhas e essas escolhas determinam exatamente o rumo das nossas vidas.
Ana Luísa é uma jovem bonita e inteligente. Seus princípios morais são perceptíveis através do comportamento, decisões e atitudes. Traz dentro do coração, um amor gracioso pelos pais e principalmente pela avó. Suas conquistas diárias atiçam a sua memória, levando-a sempre ao seu passado, dando grande demonstração de carinho e gratidão pela família que não mais pertencia a este mundo, mas que havia realizado um excelente trabalho na sua formação como ser humano. O seu desejo, era que eles tivessem vivos para apreciarem toda a sua evolução.
Ana vem de uma realidade totalmente diferente, da realidade vivida pelos irmãos Otávio e Eduardo; ambos pertenciam à alta sociedade carioca. Mas a diferença social, não foi empecilho para que os três se tornassem grandes amigos e que juntos vivessem grandes experiências. Mas chega um determinado momento que a amizade dos três é ameaçada pela paixão que os envolve.
Eduardo e Otávio eram iguais apenas fisicamente. Otávio era “bom moço” e Eduardo a “ovelha negra.” No entanto, ambos sofriam desde cedo com as comparações às quais eram sempre submetidos. Eduardo tentando se livrar da ideia de que Otávio era o melhor. Otávio tentando se livrar da ideia de que todos preferiam o Eduardo. No fundo, os dois havia se tornado grandes homens, com defeitos e qualidades, assim como todo ser humano.
Ana, ao longo da amizade conseguiu enxergar o verdadeiro Eduardo, que sempre se escondeu atrás da imagem de garoto mau. Na verdade Eduardo era romântico, sensível e de grande coração, havia terminado a faculdade de medicina, e realiza o seu grande sonho: Entra para o “Médicos Sem Fronteiras”. E logo sai do país, deixando Ana emocionalmente balançada. Um ano inteiro sem dar notícias, Eduardo volta. O garanhão assume para Ana que o seu coração foi fisgado por ela.
Ana é receptiva ao amor de Eduardo, mas tem grande preocupação com Otávio, pois sabia que ele também a amava. Contudo, é discreta no seu relacionamento com Eduardo, com o intuito de preservar Otávio, já que o amava como amigo.
O amor de Eduardo e Ana é real e ambos decidem então ficar juntos; uma decisão que afeta diretamente a relação entre os irmãos. Uma série de acontecimentos contribui para que os dois se separem de maneira dolorosa.
Ana está com câncer e é submetida a um transplante de medula, e logo após o transplante, descobre que Otávio foi o doador. Em seguida, Eduardo a pede em casamento e Ana em consideração a Otávio pede um tempo para Eduardo, que não compreende e desiste do amor de Ana.
Depois de vencer o câncer, a noticia do casamento de Eduardo, a adoção da Laura (menina com câncer que Ana conhece no hospital), casamento com Otávio, morte da Laura, faculdade de medicina... Muitos anos se passam e Ana inesperadamente está frente a frente com Eduardo. E agora? Como lidar com toda essa situação? Qual será a atitude de Ana, uma mulher casada, cheia de princípios e que carrega consigo um passado mal resolvido com Eduardo?
Leia Uma lição de amor e descubra o final surpreendente dessa história.


Mônica Bastos

23 de maio de 2015

Aspiração ou cobiça?

“Nada há, fora do homem, que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai dele isso é que contamina o homem.” (Marcos 7:15)

Aprendemos através da palavra de Deus que a maldade do homem, amargura, corrupção e cólera, não vêm de fora e sim de dentro. Esses e outros sentimentos nascem dentro dos nossos corações. Como e porque isso acontece? Uma única palavra traduz tudo isso: Cobiça. Esse é um sentimento que acompanha a raça humana desde a criação do mundo. 

“Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais.” ( Gênesis 3:3)
“E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.” (Gênesis 3:6)

Adão e Eva podiam experimentar o fruto de todas das árvores do jardim do Éden, com exceção de uma. E ambos através de um sentimento de cobiça foram totalmente atraídos a experimentar justamente o fruto da única árvore a qual Deus havia vetado.
O que seria esse sentimento de cobiça? Desejo desmedido pelo poder, dinheiro, bens materiais, glórias; obstinação intensa para conseguir algo. 
Como que a cobiça nasce em nossos corações? A palavra de Deus nos diz que: “A candeia do corpo são os olhos;” (Mateus 6:22)  
A cobiça é gerada através dos nossos olhos. Através dos nossos olhos temos a oportunidade de ver tudo o que nos pertence e também tudo o que pertence ao próximo, cabendo a nós fazer a distinção dessa linha tênue.
A cobiça pode nos prejudicar? Por quê? Sim, pois nós seres humanos temos grande facilidade em confundir nossas aspirações com cobiça. Diferente da cobiça, a aspiração é apenas uma vontade imensa de conseguir alguma coisa; um sonho;  Todos nós podemos ter aspirações e trabalhar para alcançar os nossos objetivos, no entanto a cobiça tende a explorar e externar no ser humano o seu lado mais sombrio, fazendo com que o mesmo perca a noção do certo e do errado. Não havendo espaço para a palavra NÃO, as palavras de ordem são: Eu posso; eu consigo. Perde-se o limite e principalmente o respeito ao próximo. Amizades e relacionamentos se dissipam como num passe de mágica.
Podemos perceber o quanto a cobiça é prejudicial ao homem, através da história de Nabote, um israelita da cidade de Jezreel, que vivia no tempo do rei Acabe. (1 Reis 21).
Nabote tinha uma bela e próspera vinha perto do palácio real. O rei Acabe também tinha uma vinha, mas diariamente admirava e cobiçava a vinha do vizinho, já que a sua, não era tão bela e próspera. Em um determinado dia, Acabe, grande apreciador da vinha de Nabote, toma uma decisão, resolve ir até o vizinho, fazer-lhe uma proposta, acerca da sua vinha.  “ Dá-me a tua vinha...” ( 1 Reis 21: 2)

Quem em algum momento, não recebeu uma proposta e ficou em dúvidas a cerca da tomada de decisão? Como analisarmos uma proposta, sem corremos o risco de sermos vítimas das cobiças alheias?
Através de Nabote aprendemos uma grande lição: Em uma negociação, mais importante que a oferta é ficar atento à argumentação.
A proposta de Acabe é simples, ele pede a Nabote a sua vinha, no entanto, não compreende a importância da sua argumentação. Se perguntássemos a Acabe o motivo pelo qual Nabote deveria dar-lhe a sua vinha, eis às respostas de Acabe:
“... para que me sirva de horta...”
“... pois está perto, ao lado da minha casa.”
... Dar-te-ei por ela outra, melhor.”
“... Dar-te-ei em dinheiro o que ela vale.”
Mediante a fraca argumentação de Acabe, Nabote, disse que não o daria a sua vinha e usou apenas um argumento: “ Não te darei a herança de meus pais.”
Acabe queria a vinha de Nabote, mas não teve argumentos o suficiente para convencê-lo. Nabote tinha um argumento forte, a vinha era herança de seus pais, e além do valor financeiro, tinha um valor sentimental.
Infelizmente, algumas pessoas não estão preparadas para ouvir o nosso não, e cobertos de argumentos fúteis e supérfluos, desprezam as nossas justificativas.
Acabe mediante a recusa de Nabote, ficou deprimido, e sua mulher Jezabel indignada com aquela situação, arma uma cilada para Nabote, fazendo com que o mesmo fosse apedrejado. Acabe finalmente ­­­­toma posse da tão desejada vinha de Nabote.
É incrível como as pessoas são más e fazem tudo para alcançar aquilo que é do outro e muitas vezes não para possuir, mas para ter o prazer de ver o outro perder. Acabe admirava a vinha de Nabote, mas queria se apropriar da mesma para em seu lugar fazer uma horta.Que tipo de admiração é essa?Aspiração ou  cobiça?
Acabe de maneira ilícita se apoderou da vinha de Nabote, no entanto ao lermos o capítulo 21 de 1 Reis, vamos ver a justiça de Deus sendo manifestada.
O homem pode fazer maldade, mas: Deus é juiz justo, um Deus que se ira todos os dias.” (Salmos 7:11)

Precisamos ter bastante cuidado com as pessoas que estão perto de nós, muitas delas, assim como Acabe, querem apenas se apoderar da nossa vinha. Fique atento aos argumentos.

“De ninguém cobicei a prata, nem o ouro, nem o vestuário.” (Atos 20:33)

Mônica Bastos







10 de maio de 2015

Clima organizacional versus humanismo

Nos dias atuais podemos perceber grande necessidade das organizações em atentar-se ao conceito de Clima Organizacional. O que seria esse Clima Organizacional? É um conjunto de valores, atitudes e padrões de comportamento, formais e informais existentes em uma organização. É a qualidade do ambiente, que é percebida por todos os envolvidos, e que influencia diretamente em seu comportamento.
Qual a importância do Clima Organizacional? O Clima Organizacional auxilia as empresas a identificar falhas e principalmente perceber o quanto à mudança afeta diretamente à organização. Influencia diretamente no comportamento, na motivação, na satisfação e também na qualidade do trabalho de toda a equipe.
Uma cultura organizacional eficaz produz comportamentos construtivos, e consequentemente aumenta a produtividade. Uma cultura organizacional depravada produz comportamentos destrutivos, desgastando a equipe, seus relacionamentos e consequentemente diminui a produtividade, gerando prejuízos para empresa.
Quais as principais dificuldades de um Clima Organizacional? Sem dúvidas, a atitude negativa e instabilidade emocional dos colaboradores, pois influenciam no relacionamento entre os membros da equipe, gestores, líderes e também subordinados.
A harmonia, a ética, e o respeito entre as pessoas no ambiente de trabalho, é algo bastante desafiador. Isso devido ao crescimento da individualidade, da centralização do poder e principalmente da valorização dos produtos, do negócio, em lugar do indivíduo. A substituição da mão de obra humana, pelas máquinas, tem causado grande transformação nas relações sociais. As pessoas são consideradas meros recursos, que contribui para o alcance dos objetivos da organização.
Num mundo em que a tecnologia é um sinônimo de progresso, é de suma importância não esquecer que o elemento humano é parte integrante da sociedade.
Uma empresa de sucesso reconhece que o maior bem de uma empresa é o seu capital intelectual.
Segundo Abraham Maslow, muito do comportamento do ser humano pode ser explicado de acordo as suas necessidades. E essas necessidades determinam o que passa a ser importante para o individuo.
Maslow desenvolveu uma pirâmide que representa uma divisão hierárquica, a respeito das necessidades humanas, e dentre essas necessidades está a de estima, ou seja, a necessidade do ser humano em ser aceito, respeitado e valorizado por todos. A ausência destes elementos influencia negativamente no ambiente de trabalho.
Partindo deste pressuposto, acreditamos que para que haja qualidade no ambiente de trabalho, e consequentemente aumento da produtividade e também dos lucros, precisamos aprender a valorizar aquilo que a empresa tem de mais importante, as pessoas. E como fazer isso? Humanizando o ambiente de trabalho, ou seja, respeitando o colaborador, enquanto pessoa.
Essa, sem dúvida é uma atribuição do líder, pois é dele a responsabilidade de atrair, conduzir e motivar a equipe.
MEYERSON apud MASLOW (2000:40), é extremamente claro, “se não lidarmos com o funcionário como um todo, ou com a vida do funcionário, estamos lidando somente com parte do poder ou da criatividade da pessoa.”
Uma empresa só será bem sucedida, se houver pessoas competentes, capazes, sérias e motivadas para o trabalho. Pois o sucesso de qualquer empreendimento está condicionado ao fator humano. E os líderes precisam estar atentos a este detalhe. É de suma importância que a empresa invista no ser humano, respeitando-o, valorizando-o, motivando-o, oferecendo-lhe um ambiente de trabalho digno, onde o colaborador possa oferecer ao público os produtos e serviços esperados.  Sem as pessoas, uma empresa não tem negócio.
O sucesso de uma equipe depende da sinergia entre os membros da mesma e para alcançar esta sinergia, é preciso que haja sucesso nas relações humanas.
Para construir um relacionamento que conquiste e envolva as pessoas no ambiente de trabalho é necessário aprender a entender as necessidades de cada um. Precisamos compreender que as emoções do individuo, se faz presente em todas as suas atitudes, e se manifestam de forma isolada ou em conjunto.
Isso é necessário? Sim, a partir do momento que o líder compreende que a alegria, a ansiedade, o medo e o prazer interferem negativamente ou positivamente no desempenho da equipe, aprende a gerenciá-la de maneira que as emoções possam ser vistas como diferencial competitivo e possam ser usadas a favor dos objetivos organizacionais.
Estamos numa época em que as pessoas, suas crenças e valores, são determinantes para o sucesso ou fracasso de um negócio.

 “...Tudo começa com as pessoas, embora uma organização não possa ser simplesmente caracterizada como uma reunião de pessoas ... por isso se explica porque um processo de mudança deve contemplar o desenvolvimento do ser humano e da empresa em todos os níveis:  de identidade, relações, processos e recursos. De fato, uma organização, somente se desenvolve se as pessoas que a compõem também se desenvolverem e vice- versa.” (Pereira e Santos)

Mônica Bastos






25 de abril de 2015

Congresso liderar

De 04 a 10 de maio acontecerá o Congresso Liderar.Congresso online e gratuito que reunirá os maiores especialistas de liderança do Brasil, com o objetivo de te inspirar. Augusto Cury, Alda Célia, Flávia Luz, Marcelo Antunes, Rubens Teixeira, Roberto Navarro, Pastor David Muniz - Ministério Getsêmane, Tiago Brunet, Tommy Nelson, Renato Chaves,Cristiano Costa, Marcos Quaresma, Mônica Bastos e muitos outros. As vagas são limitadas.Aproveite e inscreva-se:  congressoliderar.com.br/monicabastos

                                            EVENTO ONLINE E GRATUITO