14 de dezembro de 2013

O motivo pelo qual a mulher foi criada

Outro dia estudando a bíblia fui buscar entender o verdadeiro motivo pelo qual a mulher havia por Deus sido criada e fiquei muito feliz com tudo aquilo que a palavra de Deus me revelara.

“E toda a planta do campo que ainda não estava na terra, e toda a erva do campo que ainda não brotava; porque ainda o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra. Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra. E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” (Gênesis 2:5-7)

" E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” (Gênesis 1:5-7)

Quando Deus criou a terra compreendera que era necessário alguém para cuidar de toda à sua criação, alguém que pudesse dominar sobre a terra e sobre os animais. Deus criou o homem, na sua perfeita sabedoria criara um ser superior a tudo que havia criado; um ser com capacidade para administrar a terra e tudo que nela havia. Deus fez o homem à sua imagem e semelhança, viu que estava bom, porém como é onisciente percebeu que não era bom que o homem ficasse só.

“E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.” (Gênesis 2:18)

E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. (Gênesis 2:22)

Então Deus criou a mulher. Analisando o contexto bíblico podemos afirmar que Deus criara a mulher para que a mesma fizesse companhia ao homem. Sim, tudo bem, Deus criara a mulher para que o homem não estivesse só, porém, este não foi o único motivo pelo qual a mulher foi criada. Deus disse: “far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.Deus não estava criando apenas uma companheira, mas também alguém que pudesse ajudá-lo, auxiliá-lo; não um ser qualquer, se o objetivo fosse apenas fazer companhia Deus poderia ter presenteado a Adão com um cachorro, sim, cachorro são ótimos companheiros. Se o objetivo de Deus fosse somente providenciar alguém que ajudasse Adão, poderia ter lhe presenteado com um burro de carga, mas não, Deus disse: “far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.” Ou seja, Deus estava presenteando Adão não com uma companheira ou ajudadora qualquer, mas com alguém idôneo, ou seja, alguém apto, capaz e adequado.
Quando Deus criou a mulher, ele criou um ser também dotado de habilidades, e capacidades, alguém que como Adão também fosse semelhante a ele. Mas não para por aí, as mulheres foram criadas para um propósito maior.

E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; ( 1 João 4:16)

A palavra de Deus nos ensina que Deus é amor e que tudo que ele faz por nós é por amor. Quando Deus criou o homem, ele não criara uma máquina para administrar à sua criação. Deus criara alguém à sua imagem e semelhança. Alguém que pudesse desenvolver alguns de seus maiores atributos o AMOR.
Como que o homem poderia aprender a amar? O homem estava numa posição superior a dos animais e numa posição inferior a de Deus. O homem era SENHOR dos animais e SERVO de Deus. É quase impossível nós seres humanos amar com a mesma intensidade uma espécie diferente. Amamos os animais, mas por maior que seja esse amor, nunca alcançará a mesma proporção com que amarmos outro ser humano. Existe um limite para este tipo de amor. E Deus? Deus é divino, e visto por Adão como alguém muito superior, com certeza Adão desenvolveria vários sentimentos por Deus, mas será que de fato ele conseguiria em algum momento amá-lo?
Deus criara um ser igual ao homem, apto, capaz, adequado, alguém à sua altura, alguém que ele pudesse tratar de igual para igual. Alguém que juntos pudessem aprender gradativamente o que é o amor.
A mulher foi criada, para que o homem tivesse a oportunidade de conhecer o amor. Deus poderia ter criado a mulher da mesma forma que criou o homem, no entanto Deus decide criar a mulher de um pedaço do homem. Sim, você sabe o que é arrancar um pedaço do seu corpo? Agora Adão é presenteado por Deus com uma criatura semelhante a ele, para que pudesse fazer-lhe companhia, ajudá-lo e automaticamente completá-lo. Sim, o pedaço que faltava no corpo de Adão agora se completava com Eva. A mulher foi criada para completar o homem e automaticamente apresentá-lo o amor. Adão amava a Eva e principalmente a Deus por ter lhe dado tão grande preciosidade. Adão ama a carne de sua carne.
E Eva como poderia conhecer na mesma proporção este amor? A partir do momento em que Eva dá a luz, ela tem a oportunidade de entender na mesma proporção o amor de Adão. Filhos com certeza são carne da nossa carne. Eva ama seus filhos, carne da sua carne, ama a Adão que lhe presenteou com tal preciosidade e automaticamente ama a Deus o responsável por tudo isso.
A mulher foi criada para apresentar o homem este sentimento tão divino: O amor. O objetivo disso tudo? Fazer com que todos possam mutuamente se amar e juntos amarem a Deus. Compreendendo numa dimensão menor, como funciona o amor de Deus nas nossas vidas.



Mônica Bastos

12 de novembro de 2013

A Liderança é nata

O Líder tem a capacidade de influenciar pessoas a segui-lo. Muitos estudiosos  do conceito de liderança debatem a seguinte questão: A liderança é nata ou é desenvolvida? Por algum tempo fiquei em dúvida, porém ao estudar a bíblia, estou convicta de que a liderança é nata, porém requer de nós que a desenvolvemos.
Todos nós fomos criados para liderar. Deus na sua onipotência criou os céus e a terra, tudo muito lindo e perfeito. Sim, não há construção humana que se iguale a nada criado por Deus. Quando tudo estava pronto, entendera Deus que faltava algo.

 “E toda a planta do campo que ainda não estava na terra, e toda a erva do campo que ainda não brotava; porque ainda o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para LAVRAR A TERRA. Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra. E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” (Gênesis 2: 5-7).

Deus compreendera que havia perfeição na sua criação, porém era necessário que alguém cuidasse daquilo tudo, foi então que Deus decidiu na sua perfeita sabedoria criar um ser superior à sua criação, alguém que tivesse a capacidade de cuidar de tudo aquilo que ele havia criado. Então Deus criou o homem, com propósito específico, cuidar da sua obra. As palavras de Deus nos deixam claro o real motivo pelo qual o homem foi criado. Mas Deus não pensou em criar um ser qualquer, ou seja, Deus não criara um cavalo, com habilidades especiais. Deus decidiu criar um ser especial, alguém que fosse semelhante a ele.

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” (Gênesis 1:26)

Deus fez o homem à sua imagem e semelhança. Sim, ao olharmos no espelho, não estamos olhando para qualquer coisa, mas para alguém que é semelhante a Deus. Ao buscamos no dicionário o significado da palavra semelhança, encontramos:

Que tem semelhança com outrem ou outra coisa; que é da mesma espécie, qualidade, natureza ou forma; parecido, próximo, similar, quase igual: produtos semelhantes. Que tem a mesma aparência ou natureza; análogo, idêntico.

Quando olhamos para alguém, ou para nós mesmos com desprezo e insatisfação, ou qualquer sentimento de inferioridade, estamos automaticamente desprezando a própria imagem de Deus. É importante ficarmos atentos a certos detalhes, pois com certeza atitudes como estas entristecem o coração de Deus. Não temos motivos para nos sentirmos inferiores, não o somos.
Deus fez o homem dotado de habilidades, não há nenhum ser humano nesta terra que seja incapaz de realizar algo, isso está explícito na sua própria natureza, pois antes do homem, não havia entre aquela criação de Deus, ser dotado de capacidades para dominá-los. Nós somos capazes, Deus nos criou para liderar. Todos somos líderes, mesmo que de nós mesmos. Porém não significa que nascemos prontos, significa que temos capacidade. Isso implica é claro, disposição e coragem para seguirmos adiante trabalhando em prol de alcançar os nossos objetivos e principalmente desenvolver a nossa liderança. Todos nascemos capacitados para nos tornar grandes líderes, mas infelizmente alguns optam pela posição de liderado.


Sinônimo da palavra dominar:
Comandar, coordenar,domar,governar,imperar,influenciar,reger...

Mônica Bastos

16 de setembro de 2013

Deserto, um lugar de aprendizado

Quando pensamos em deserto, acredito que uma das primeiras coisas que nos vem à mente é: Dificuldades. Deserto é literalmente um lugar difícil de viver, onde não nos são permitidos regalias ou qualquer tipo de privilégio. Quando entramos no deserto, automaticamente saímos da nossa zona de conforto ficando sujeitos a todos os tipos de escassez. Deserto é lugar de sofrimento, de angústia, de cobranças, de solidão, de ansiedade, de murmurações, de dificuldades, mas o mais importante: Deserto é lugar de aprendizado e crescimento.
Quando declaramos que Deus é o Senhor das nossas vidas, logo entendemos que é necessário deixá-lo nos conduzir completamente e isso inclui não só permitir que o mesmo indique o caminho pelo qual devemos seguir, mas verdadeiramente segui-lo. Contudo isso não é muito fácil, até porque nem sempre o caminho que o Senhor nos direciona é sempre o mais fácil e o mais curto, pelo contrário, Deus nos ama muito e tem grandes projetos para cada um de nós, infelizmente nem sempre estamos preparados; necessitamos dia a dia ser trabalhados, ou seja, preparados para que estes projetos possam se concretizar. Por quê? Porque na maioria das vezes, não valorizamos aquilo que recebemos principalmente aquilo que nos vem de maneira fácil. Já imaginou se as coisas pra nós caíssem do céu? Nossa que maravilha seria, mas com certeza não valorizaríamos tanto quanto aquelas que nos custam certo esforço para alcançá-las. Conhecendo-nos como Deus nos conhece, entende que precisamos ser tratados para receber aquilo que ele tem pra nós, este é um dos principais motivos pelo qual o Senhor nos leva ao deserto, para nos orientar, nos ensinar e nos mostrar exatamente como quer que sejamos e façamos as coisas. Deus nos leva ao deserto para que possa falar ao nosso coração.

“Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração”. (Oséias 2:14)

Por que Deus escolheria o deserto para falar ao nosso coração? Logicamente por ser um lugar em que nos encontramos sozinhos, abandonados, tristes, atribulados etc. E exatamente quando estamos neste estado de espírito é que paramos não só para buscar ao Senhor, mas também para escutá-lo.  Como diz o apostolo Paulo:

Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte." (2 Corintios 12:10)

Deus fala conosco todo o tempo, mas nós só o escutamos quando e como decidimos escutar. Quando estamos bem, cercados de pessoas à nossa volta, com uma vida social ativa, dinheiro sobrando na conta, à família em paz, todos os quem amamos com saúde, estamos bem empregados, alegres e sem qualquer tipo de “problema”, dificilmente temos disposição para ouvir a voz de Deus, não que ele não esteja falando, mas porque muitas vezes simplesmente decidíssemos que não precisamos ouvi-lo.
Se formos inteligentes a tão certo ponto, logo enxergaremos que quando isso acontece nos encontramos com um dos maiores problemas da nossa vida, a independência de Deus. Estamos inconscientemente controlando a nossa vida. Digo inconsciente, por que quem é servo do Deus altíssimo é totalmente consciente de que depende de Deus, sabe que sem ele nada pode fazer e deseja ardentemente estar no centro da sua vontade. Sendo assim, o próprio Deus se encarrega de resolver o problema. Por amor, zelo, cuidado e misericórdia, somos levados por ele ao “deserto espiritual”, com o objetivo de sermos tratados, para que possamos voltar e deixá-lo novamente no controle e total direção da nossa vida.
É neste deserto que as coisas acontecem, onde sozinhos, abandonados e atribulados temos a oportunidade de assumir e reconhecer o quanto necessitamos de Deus. De brinde ainda recebemos um tratamento exclusivo, onde somos quebrantados, estraçalhados, levados à casa do oleiro, para que seja feito um novo vaso. Onde o nosso orgulho, soberba, ego e coisas do tipo, são totalmente extintos, passamos a compreender a nossa verdadeira posição de servo e a posição de Deus como Senhor.

Mônica Bastos




x

31 de agosto de 2013

Não precisa ser fácil, só precisa ser possível

Talvez todos nós desde a nossa infância, já fazíamos planos para a nossa vida futura. Quando inesperadamente vinha a pergunta: O que vai ser quando crescer? Felizes da vida com certeza, tínhamos vários sonhos e baseados neles uma resposta convicta na ponta da língua. Ao olharmos para traz vamos percebendo que muitas das nossas respostas não condizem com a nossa situação atual. Quem já não quis ser manicure, cozinheiro, policial, professor, médico e ao crescer acabou optando por uma profissão totalmente inversa? É claro que isso é normal, até porque quando crianças, somos bastante influenciados pelos colegas e até pelo próprio momento em que vivemos. Quando crescemos muitas das vezes somos bastantes cuidados ao escolher a nossa profissão, muitos até passam por teste vocacional, outros optam por aquilo que é mais rentável e também tem aqueles que infelizmente não tem escolha, exercem uma profissão que lhe ofereça condições para o sustento da família. Ao olharmos para traz, para a nossa infância, para os nossos antigos sonhos, será que estamos completamente satisfeitos com a vida profissional que alcançamos? Todo bom profissional aspira uma bela promoção, uma posição de destaque na empresa em que trabalha, e isso é bastante motivador, pois com certeza nos leva a prosseguir, mas não podemos nos permitir ser motivados apenas por sonhos, não somos mais crianças, sonhar apenas não basta, é preciso agir. Por quê? Simplesmente pelo fato de muitas vezes nos deixarmos sermos motivados pelos os sonhos, prosseguirmos sem nos darmos conta de que os anos estão passando, e de que o nosso tempo de alcançarmos aquela promoção há anos desejada está se esgotando, novos profissionais estão surgindo no mercado e nossas chances de crescimento sendo diminuídas a cada dia. O que fazer a respeito? Temos duas opções: Desistir, aceitando a nossa atual condição, nos iludindo com a certeza de que algum dia nós chegaremos lá, ou trazermos de volta aquele mesmo espírito sonhador que nos movia na nossa infância, acompanhado de um toque de coragem e ação. Agir é preciso. O primeiro passo é fazer uma análise da nossa vida, olhando a nossa situação atual, reconhecendo onde estamos e onde queremos chegar. Lembrando que não precisa ser fácil, simplesmente só precisa ser possível, e para isso é claro, precisamos agir e nada mais indicado do que de antemão fazermos um Plano de Ação, formulando e implantando objetivos estratégicos que nos levem diretamente ao nosso alvo. Para isso:

1.  Descreva todas as ações necessárias para alcançar o objetivo principal;
2.     Defina o responsável ou responsáveis por cada ação;
3.     Estabeleça uma data limite para cada ação;
4.     Defina onde as ações deverão ser realizadas;
5.     Defina quais os objetivos que cada ação lhe trará;
6.     Detalhe a maneira como cada ação deva ser executada;
7.     Defina os custos de cada ação;
8.     Descreva tudo o que pode dificultar o cumprimento da tarefa;
9.    Descreva quais os recursos materiais ou emocionais necessários para cada ação;

Não podemos parar, no pódio não há lugares para profissionais medianos e sim para os excelentes. Para chegar a excelência é necessário muito trabalho e dedicação, ou seja, não é fácil, porém possível.

Mônica Bastos

Autora do livro Um Líder Recrutado por Deus e coautora do livro Damas de Ouro.

28 de julho de 2013

Inferioridade, uma questão de visão

É interessante como nós seres humanos temos grande capacidade de nos inferiorizar e geralmente toda essa inferioridade nasce de comparações. Olhamos para outra pessoa, para a sua vida e consequentemente para o seu sucesso e pronto, passamos a comparar a nossa vida com a vida da outra pessoa, desenvolvendo um sentimento de rebaixamento em relação a nós e a nossa própria vida. Deixamos de olhar para aquilo que alcançamos para olharmos e vivermos em função daquilo que talvez em momento algum consigamos alcançar.
Quando permitimos que sentimentos deste tipo se apoderem de nós, automaticamente estamos desenvolvendo outro tipo de sentimento, a insatisfação. Insatisfeitos com o que temos e com o que somos, deixamos de viver a nossa vida, para viver em função da vida e sucesso de outrem. Atitudes deste tipo só tendem a nos prejudicar. Por quê? Prejudica-nos porque simplesmente passamos a viver um período de total descontrole, numa busca excessiva por alcançar algo. Esse descontrole muitas vezes nos faz tomar decisões totalmente errôneas e equivocadas. E quanto mais longe ficamos do possível “alvo”, mais insatisfeitos e inferiores nos sentimos. Tudo isso por um único motivo: Comparações confusas. 
Precisamos ter bastante cuidado ao nos compararmos com alguém que por algum motivo está “acima de nós”, ou seja, alguém que de alguma forma conseguiu alcançar determinado sucesso profissional e pessoal ou até mesmo uma boa situação financeira. É preciso entender que nós somos únicos, Deus não nos fez em dose dupla. Deus nos fez, com um propósito especifico. Ninguém é tão ruim que não tenha um talento, que não saiba desenvolver alguma coisa. O que nós precisamos mesmo é descobrir quais os nossos talentos e principalmente aquilo que temos de melhor. Depois disso com certeza alcançaremos aquilo que Deus tem preparado para nós. O primeiro passo é aprender a fazer as comparações de forma correta.
Que tal, nos compararmos com as formigas? Achou estranho não é mesmo? Em provérbios 30: 25 a palavra de Deus diz:

“As formigas não são um povo forte; todavia no verão preparam a sua comida;” 

Quando deixamos de comparar a nossa vida com alguém que se encontra em melhor situação que nós, provavelmente temos grandes chances de nos decepcionarmos, mas quando essa comparação é feita de forma contrária, ou seja, quando nos comparamos com alguém que está em situação inferior a nossa, as coisas mudam, passamos a enxergar e principalmente a valorizar aquilo que com tanto esforço e dedicação alcançamos. Compare-se ao mais famoso cantor, pregador, pastor, professor, administrador, palestrante etc. Agora se compare ao menos famoso cantor, pregador, pastor, professor, administrador, palestrante etc. Viu? Tudo é só uma questão de visão.
Quando estudamos sobre as formigas aprendemos que elas são insetos bem pequenos, porém não permitem que o seu tamanho as façam estagnar, ou seja, as formigas não se limitam por conta do seu tamanho aqui neste mundo. Elas vivem de acordo a sua espécie e, diga-se de passagem, vivem muito bem. Independente do lugar que ocupamos neste mundo, não podemos simplesmente parar, ou nos conformar. É necessário seguir adiante, compreendendo que de alguma forma, assim como as outras pessoas, temos o direito de trabalhar em prol do alcance dos nossos objetivos, desde é claro, que estejamos correndo atrás de algo real e realmente alcançável, de acordo a minha posição, talento e muitas vezes até qualificação. Até porque, se não sei cantar, tenho que ter convicção de que até posso, mas será muito mais difícil, conseguir ser um cantor de renome.
As formigas são insetos sociais, vivem juntas em colônia, ou seja, as formigas vivem com outras formigas, seres iguais a ela. Assim como as formigas, precisamos encontrar o nosso grupo, pessoas que pensam como a gente, que almejam as mesmas coisas que nós. Precisamos assim como as formigas, nos relacionarmos com as pessoas certas. Se quisermos ser um grande pregador, por exemplo, devemos nos relacionar não exclusivamente, mas com uma maior frequência, com esse grupo de pessoas, até porque através delas teremos a oportunidade não só de aprender, mas também uma maior chance de fazer com que as portas se abram, com maior facilidade, isso vale para qualquer posição real e possível que almejamos alcançar.
As formigas são bem organizadas, além de viverem e defenderem o seu formigueiro, sabem respeitar as hierarquias e principalmente desenvolver não outra, mas a função ao qual foi designada. Diríamos que cada uma sabe o seu lugar, rainha, rainha, operária, operária. É preciso aprender com as formigas a desenvolver a função a qual fomos designados e principalmente saber qual é o nosso lugar ou posição que ocupamos dentro daquele grupo. É preciso assim como elas aprender a defender aquilo que realmente acreditamos; não podemos ficar em cima do muro. Se fizermos parte de um grupo, é necessário respeitosamente defender os princípios daquele grupo.
As formigas geralmente constroem a sua morada em túneis subterrâneos, outras se alojam em gretas, em cavidades debaixo de uma rocha, em troncos ocos no solo, em cavidades entre raízes de árvores, etc. Com isso podemos perceber que as formigas são cuidadosas, sendo insetos pequenos não se deixando limitar pelo tamanho neste mundo, são precavidas quanto as suas moradas, ou seja, sabem dos riscos que correm se ficarem muito tempo em exposição, no entanto se protegem.
Como as formigas, habitamos em um mundo cruel, onde muitas vezes nos sentimos como se estivéssemos em meio a gigantes, onde os grandes esmagam os pequenos sem qualquer pudor. Por isso devemos sempre nos proteger, por mais que o nosso tamanho não nos limite a prosseguir, seguir em frente, ao mesmo tempo nos obriga a tomar certos cuidados. Muita exposição, às vezes, nos é prejudicial. Há momentos em que precisamos nos resguardar. Quando um caminho estabelecido para uma fonte de comida é bloqueado por um novo obstáculo, as formigas o deixam para explorar novas rotas. Se bem sucedida, a formiga retorna e marca um novo rastro para a rota mais curta.  Assim como as formigas precisamos aprender a não parar quando os obstáculos vêm de encontro à nossa vida, pelo contrário, devemos buscar explorar novas rotas. Se o caminho percorrido até aqui, não nos permite mais prosseguir, então que mudemos a direção. Deus como sempre está no controle de todas as coisas, um obstáculo muitas vezes pode ser uma maneira utilizada por Deus para impedirmos de trilharmos o caminho errado. Principalmente quando colocamos a nossa vida e os nossos projetos na mão do nosso criador. Lembre-se: Os obstáculos vêm não para nos fazer desistir, mas principalmente para aprendermos a superá-los, ou seja, contorná-los e assim prosseguimos.
Se estudarmos a fundo a vida das formigas, com certeza aprenderemos bastante, mas o que mais me encanta e me chama atenção nesses insetos é a disponibilidade que os mesmos têm de ajudar outras formigas a trilharem o mesmo caminho. Como as formigas vivem em contato com o solo, por conta disso, elas deixam uma trilha de feromônio que pode ser seguida por outras formigas para irem de encontro ao alimento. As trilhas bem sucedidas são seguidas por mais formigas, e cada uma o reforça com mais feromônio (as formigas seguirão a rota mais fortemente marcada).  Quando o alimento acaba, as trilhas não são remarcadas pelas formigas que voltam e o cheiro se dissipa.
Como isso é difícil no nosso meio (seres humanos), onde diariamente nos deparamos com pessoas que para alcançar o sucesso, passaram por muitas dificuldades, e quando finalmente conseguiram simplesmente fazem de tudo para fechar o caminho, ou seja, dificultam a todo custo que outras pessoas alcancem aquilo que ele têm alcançado. Diferente das formigas que apagam o caminho que não leva ao alimento, para não fazer com que suas companheiras não percam tempo trilhando o caminho errado. Muito de nós seres humanos, vemos as pessoas trilhando o caminho errado, nada fazemos, além de aguardar o seu fracasso.
Como as formigas, precisamos aprender a ajudar, ou seja, abrir caminho para aqueles que assim como nós almejam serem cantores, pregadores, administradores, palestrantes etc. Precisamos não só deixar o caminho aberto, mas principalmente assim como as formigas, marcar o caminho a ser seguido, para que assim como nós, todos tenham a oportunidade de alcançar aquilo que Deus tem preparado para as nossas vidas.
Não podemos permitir que sentimentos de inferioridade apoderem-se da nossa vida, se as formigas insetos tão pequenos são úteis e nos ensinam tanto. Imagine você...

"Como vós o sabeis, também eu o sei; não vos sou inferior." (Jó 13:2)


Mônica Bastos

21 de julho de 2013

Ser ou não ser,eis a questão

Quem já não ouviu ou até mesmo se questionou a respeito da famosa frase do William Shakespeare? “Ser ou não ser, eis a questão”. Muitos até podem não saber quem é o autor da famosa frase, mas uma coisa, podemos, afirmar: Como autores da nossa própria  história, talvez muitas vezes tenhamos nos apoderado da parte A desta frase, como se fosse da nossa própria autoria, ou seja, quantas vezes durante a nossa vida nos perguntamos: Ser ou não ser? Principalmente quando se trata da nossa vida profissional e do nosso ambiente de trabalho.
Muitas pessoas trabalham com um único objetivo, manter o sustento da casa, e para esse grupo de “profissionais”, se o salário estiver entrando na sua conta mensalmente, está tudo certo. Talvez esse grupo de pessoas não saiba diferenciar um ambiente de trabalho conturbado de um ambiente de trabalho totalmente tranquilo e com certeza também não sabem diferenciar um profissional de sucesso de um profissional fracassado.
E o mais incrível disso tudo é que o sucesso e o fracasso do profissional não estão automaticamente ligados ao cargo que ocupam, pois dois profissionais podem ocupar a mesma posição na empresa em que trabalham e um deles ser um profissional de sucesso e outro um profissional fracassado. Como isso é possível? Tudo depende exclusivamente da maneira como vemos o nosso trabalho. Algumas pessoas veem o seu trabalho como uma adversidade outras veem o seu trabalho como uma oportunidade, sendo assim, podemos afirmar que a maneira como vemos o nosso trabalho automaticamente define o resultado final da nossa vida profissional.
Profissionais fracassados veem o seu trabalho como uma adversidade e logo refletem à sua visão através das suas atitudes. São pessoas altamente conformadas com a posição que ocupam e por conta disso não desenvolvem a sua função com excelência, nunca terminam o que começam e quando terminam pode ter certeza, tudo precisa ser refeito; São pessoas que não assumem suas falhas, pelo contrário, sempre procuram alguém para responsabilizar pelos seus erros; são altamente críticas em relação aos colegas, não tem coragem de fazer, porém vivem criticando os que fazem; são pessoas péssimas em relacionamentos, até por que profissionais com esse perfil só se aproximam de pessoas que podem oferecer-lhe algo, tratando com indiferença àquelas pessoas que ela entende não precisar. São fofoqueiras e conturbam completamente o ambiente de trabalho. Para manter o seu relacionamento com o chefe é capaz de comprometer qualquer colega; sempre desprezam a orientação dos colegas, são denominados de sabe tudo; são completamente desorganizadas; são pessoas totalmente desprovidas de ética.
Profissionais de sucesso veem o seu trabalho como uma oportunidade e assim como os profissionais fracassados logo refletem à sua visão através de suas atitudes, claro que de maneira totalmente diferente. São pessoas alegres, satisfeitas com a posição que ocupam, porém são focadas, metas e objetivos não lhe faltam; estão sempre querendo crescer, por isso desenvolvem bem o seu trabalho, transmitindo confiança aos seus superiores, pois tudo o que começam terminam e digas de passagem com excelência. São pessoas altamente responsáveis, procurando o máximo não errar, mas quando isso acontece, logo assumem suas falhas, transmitindo segurança aos seus colegas de trabalho. São bastantes críticos consigo mesmos, com o objetivo de se aperfeiçoarem. São pessoas ótimas em seus relacionamentos, não fazem acepção de pessoas e trata a todos com respeito, pois entendem que para crescerem em sua vida profissional necessitarão da ajuda de todos, entendendo que independente da posição que ocupam, todos são importantes no ambiente de trabalho. Não gostam de fofocas, e tentam ao máximo manterem o ambiente de trabalho saudável. Seus méritos são adquiridos através de esforço e dedicação, compreendendo que média com chefe só se adquire quando se oferece um trabalho de qualidade. São humildes e abertas a novos aprendizados; mantém a ética acima de tudo.
Uma coisa, podemos garantir, analisando o perfil dos profissionais fracassados podemos até achá-los uns idiotas, mas na verdade eles são muito úteis aos profissionais de sucesso. Como? É só atentarmos para a frase do Mark Twain:
“Vamos agradecer aos idiotas. Não fosse por eles não faríamos tanto sucesso.”

E aí pergunto: Ser ou não ser um profissional de sucesso?


Mônica Bastos

6 de julho de 2013

Livro: Um Líder Recrutado por Deus


Há algum tempo vem sido debatida por muitos estudiosos do conceito de liderança a seguinte questão: A liderança é nata ou é desenvolvida? Não podemos responder esta pergunta com precisão, o que podemos afirmar é que algumas pessoas desde a infância através de suas características apresentam predisposição para liderança. Mas em relação a Deus estas características pouco influenciam nas suas escolhas, seus líderes são escolhidos de formas diversificadas, não impondo regras em relação à idade, sexo, qualificação ou até mesmo experiência na área. Acreditamos que o líder quando recrutado por Deus precisa unicamente de duas características: A primeira delas é acreditar nele e nos seus projetos para o seu reino e a segunda é ter disposição para obedecê-lo.
Todos nós somos muito importantes para Deus e nenhum de nós viemos a este mundo por acaso. Antes mesmo de sermos formados no ventre de nossa mãe, o Senhor já nós conhecia e já havia projetado algo especifico para as nossas vidas. Infelizmente as nossas lutas diárias muitas vezes nos fazem esquecer quem somos e para que, viemos a este mundo. Somos filhos do Deus altíssimo e não podemos permitir que sentimentos de inferioridade, nos diminuam a ponto de nos fazer acreditar que somos inúteis e incapazes de realizar grandes projetos nesta terra.
Um Líder Recrutado por Deus o ensinará a valorizar-se e a compreender que somos únicos e especiais. Aprenderemos por meio da história de grandes líderes descritos na bíblia como Deus na sua magnitude designou homens falhos e problemáticos, transformou-os e realizou grandes projetos através de suas vidas.


Mônica Bastos

19 de junho de 2013

O que vou ser quando crescer?

É engraçado como os adultos tem uma maneira estranha de se comunicarem com as crianças. Lembro-me de inúmeras vezes ter ouvido de amigos e parentes de meu pai a seguinte pergunta: O que você quer ser quando crescer? Claro que a maioria pouco se importava com a resposta, o que queriam mesmo era encontrar uma forma de se comunicarem.
Hoje percebo o quanto essa pergunta era importante, visto notar que a mesma ficou na minha mente durante anos e por muito tempo, a repeti para mim mesma. Mas o mais interessante é perceber que em cada fase da minha vida, tinha sempre uma resposta diferente. Isso é bastante normal, pois geralmente respostas deste tipo são sempre baseadas nas nossas aspirações. Quais são as aspirações de uma criança? Quais são as aspirações de um adolescente, jovem ou adulto?
Não ter certeza da carreira que quer seguir, não é exatamente um bicho de sete cabeças. Não se desespere simplesmente por que os seus colegas já escolheram o curso da faculdade que querem cursar, ou seja, a profissão que desejam seguir e você se sente totalmente perdido. Essa é uma decisão bastante séria e não pode de maneira alguma ser tomada sem antes fazer uma boa análise, afinal de contas, qualquer decisão tomada no nosso presente influenciará negativamente ou positivamente no nosso futuro.
Então, como escolher o curso certo? Primeiramente posso afirmar que não existe curso certo ou errado, até porque investir no nosso conhecimento nunca é perda de tempo. Mas tenho algumas dicas:

1. Distinga sonho de profissão;

A primeira coisa a ser feita para escolher um curso e não nos arrependermos da nossa escolha é aprender a distinguir profissão de sonho. A profissão é a especialização que um indivíduo possui, para exercer um trabalho ou atividade na sociedade. O sonho é uma espécie de concentração em algo que almejamos muito. Muitas pessoas confundem o seu sonho com a profissão escolhida, mas na verdade a profissão não é o nosso sonho, mas uma espécie de mediadora entre os dois, ou seja, a nossa profissão muitas vezes nos liga ao nosso sonho. Como assim? Pense no seu grande sonho. O que precisa ser feito para alcançá-lo? Qual o caminho mais rápido? Lembre-se, pé no chão, não estamos falando de nada inalcançável, surreal, mas algo possível através do nosso esforço e dedicação. Pensou? Acredito que a sua profissão seja o caminho mais rápido para alcançar o seu sonho.

2. Descarte todas as profissões as quais não se identifica;

Antes de fazer a nossa escolha é bastante importante descartar todas as profissões que de maneira alguma não nos identificamos. Por quê? Diferentemente de alguns anos atrás, atualmente as universidades, são acessíveis a todos, isso significa um mercado de trabalho bem mais competitivo, sendo assim, destaca-se o melhor. Dificilmente alguém se destacará em uma profissão na qual não leva o menor jeito. Eu posso até não gostar do faço, porém o que faço, faço com excelência. Um arquiteto que não sabe desenhar bem, dificilmente será bem sucedido. Ao escolher sua profissão, olhe para você e identifique aquilo que você sabe fazer de melhor, vá à faculdade e aprimore-se.

3. Não se limite a fazer o que gosta;

Muitas pessoas buscam sua profissão baseadas em algo que elas gostam de fazer. Isso é bastante complicado e também perigoso. Por quê? Escolher uma profissão é algo bastante sério, é uma decisão que praticamente definirá grande parte do nosso futuro. De antemão precisamos nos perguntar: Por que preciso fazer uma faculdade? Qual o meu objetivo através da minha faculdade? Na maioria das vezes o nosso maior objetivo através de cursar uma faculdade é sucesso profissional+ trabalho = dinheiro. Dinheiro que muitas vezes nos levará a realizar “aqueles sonhos”. Então, uma coisa eu posso assegurar-lhe, a satisfação profissional está totalmente ligada ao retorno que recebemos do nosso trabalho. Muitos de nós queríamos mesmo era não precisar trabalhar, mas sabe qual a maior satisfação do nosso trabalho? Aquilo que ele nos proporciona de bom. Não há profissional mal remunerado feliz. Sendo assim o que precisamos mesmo é escolher uma profissão a qual poderemos exercê-la com excelência e principalmente sermos bem remunerados. Ouvimos muitas histórias de advogados que se tornaram garis, de professores que se tornaram faxineiros, de biólogos desempregados etc. Se alguém perguntar para essas pessoas: Qual é a sua profissão? O que elas responderiam?
É preciso termos visão. É necessário sairmos do mundo de fantasia e compreendermos que conforme o nosso crescimento, as nossas aspirações precisam mudar. Temos que decidir não pelo o que gostamos de fazer, mas definitivamente por aquilo que definitivamente sabemos fazer. Eu posso não fazer o que gosto, mas posso aprender a gostar do que faço, esse é o segredo. Talvez jovem essa não seja a sua visão hoje, mas com certeza será a sua visão de amanhã, até porque pessoas adultas têm outras aspirações. Você vai ser o que mesmo quando crescer?


Mônica Bastos

13 de junho de 2013

Copo cheio

Quando visualizamos um copo cheio, a primeira coisa que percebemos é que não há espaço em seu interior para mais nada. Se por acaso decidirmos acrescentar algo logo o copo transbordará, se decidirmos esvaziá-lo para enchê-lo novamente não só estaremos desperdiçando o seu conteúdo, como também o trabalho de tê-lo enchido. Então, o que fazer? A opção mais acertada é buscar outro copo para que possamos enchê-lo.
Muitas vezes em nosso ambiente de trabalho nos deparamos com muitos copos cheios. O que seriam estes copos cheios? Esses copos cheios seriam as nossas funções. Como? Digamos que há momentos em nossa carreira que relaxamos tanto ao ponto de estagnarmos. Fazemos tudo o que entendemos que era para ser feito, enchemos os copos e pronto, passamos a esvaziá-los constantemente para que os mesmos possam ser novamente preenchidos, ou optamos por deixá-los transbordar. Quando isso acontece significa que as nossas perspectivas como profissionais já não existem mais, simplesmente estamos vivendo como se já houvéssemos chegado ao ápice das nossas carreiras.
Onde estão os nossos projetos? Onde estão os nossos sonhos? Talvez tenhamos os esquecido dentro de alguma gaveta por aí. E o pior disso tudo é não perceber que estamos ficando para trás, pois estamos cercados de profissionais que diferente de nós; sonham, planejam, trabalham, enchem seus copos e logo procuram outros copos para encherem.
Precisamos aprender a ser mais ecléticos. Lembre-se que existem dois tipos de funcionários que uma empresa não admite: Os que não fazem o que se manda e aqueles que só fazem o que se manda.
Inveja, ciúmes, contendas, intrigas no ambiente de trabalho geralmente nascem de pessoas que ao invés de trabalharem com eficiência e disposição, se acomodam e vivem em função do sucesso alheio.
Por incrível que pareça, existem muitos profissionais que se preocupam em dar o melhor de si, que se preocupam em desenvolver o seu trabalho com excelência, que não se preocupam com os copos alheios, pelo contrário, são pessoas convictas de que na sua caminhada profissional jamais faltarão copos para serem cheios.
Grandes profissionais nunca se preocupam com o que fazer depois que seus copos encherem, pois tem plena convicção de que seus copos jamais acabarão.
Copos de grandes profissionais não transbordam e muito menos precisam ser esvaziados. Grandes profissionais não desperdiçam seu tempo.
E você? Como anda o seu copo?


Mônica Bastos

23 de maio de 2013

Felicidade


Felicidade é a real sensação de satisfação plena. Muitas pessoas passam grande  parte da vida em  busca  desta  satisfação,  trabalham a fim de alcançá-la,  mas  muitas  delas simplesmente não a alcançam, sabe por quê? Por não saber exatamente o significado de satisfação plena.
Fazendo uma breve análise da sua vida, o que hoje você precisaria para ser feliz? Você está satisfeito com o que possui? Você está satisfeito com a forma como vem conduzindo a sua vida? Qual é o seu maior problema? Quem ou o que te impedem de alcançar aquilo que tanto almeja?
Não o conheço, mas posso afirmar que sei algumas de suas respostas. Por exemplo, sei que existe uma pequena lista de coisas que lhe faltam para ser feliz, sei também que não está muito satisfeito com o que tem. Como sei disso? Se tivesse totalmente satisfeito com aquilo que possui, não existiria uma lista, não é mesmo? Não, você não está satisfeito com a forma como vem conduzindo a sua vida, visto não sobrar-lhe tempo para fazer algumas coisas que realmente o preenchem. Talvez compreenda que viajar com a família é totalmente desnecessário, visto que vocês passam o ano todo juntos. Mas antes de prosseguir, será que você passa o ano inteiro com a sua família mesmo? Será que sabe o que seu filho está fazendo na escola? Que ele venceu as olimpíadas de matemática e também aquele jogo que você não pôde participar porque estava muito ocupado trabalhando? Hum, será que você sabe que hoje ele acordou triste porque ontem você não compareceu a reunião de pais e mestres e que ele nem conseguiu exibir o seu papai ou mamãe de quem ele tanto se gaba? Mas tudo bem eles entendem, não é mesmo? Todo mundo entende a sua falta de tempo, afinal de contas é por um motivo muito justo, você está trabalhando em prol do seu futuro e do futuro da sua família. Daquela família que você encontra todas as noites, mas que infelizmente não conhece.
Sabe qual é o nome de seu problema? Tempo. Você não tem tempo para olhar à sua volta e apreciar tudo que Deus tem lhe proporcionado. Você não tem tempo para namorar, aproveitar aqueles momentos deliciosos com o seu amor. Você não tem tempo para aproveitar a infância e adolescência de seus filhos. Você não tem tempo para sair e conversar com seus pais; natal, ano novo, aniversário ao lado deles? Nem pensar, você não tem tempo. Você não tem tempo para ligar para seus amigos e combinar para sair, jogar conversa fora, lembrar-se da época de juventude? Não dá, pois você não tem tempo. Você não tem tempo para ir a Igreja, agradecer a Deus pelas bênçãos proporcionadas. Você não consegue nem praticar seus Hobbies  você não tem tempo. Na verdade você não tem tempo de apreciar a vida e vivê-la. Está buscando uma felicidade que já possui e simplesmente não tem tempo para enxergar. 
A verdadeira felicidade não está no nosso futuro, mas sim no nosso presente. Ser feliz é simplesmente saber viver a vida de maneira a apreciar todos os momentos a nós proporcionados. Se isso não acontece, podemos chegar ao final de nossas vidas e descobrir que a verdadeira felicidade estava no nosso passado, nos momentos que perdemos com as pessoas que faziam parte da nossa vida. No nosso futuro, nossos filhos serão adultos, nossos pais serão idosos e nossos amigos não serão mais nossos amigos. Não teremos mais tempo e disposição para alcançar mais nada e sabe o que nos restará? A tristeza de olhar para traz e ver como ingenuamente jogamos a nossa felicidade fora. E que é o principal responsável por isso tudo? Você, unicamente você.
A verdadeira satisfação plena está em Deus, é viver cada momento da nossa vida como se fosse o último, porque de fato pode o ser, até porque não sabemos o dia escolhido por Deus para a nossa partida.
O que você pode fazer para resolver isso? Diga-me você.

Mônica Bastos

"Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez."(João 1:3)


28 de abril de 2013

Popularidade versus preconceito

Lembro-me muito bem que na minha adolescência amava assistir aqueles filmes típicos de adolescentes. Filmes que sempre narravam à vida escolar de jovens, com suas rivalidades e com aquelas histórias de amor complicadas, onde o galã da escola, sempre se apaixonava pela nerd feia e que no final do filme sempre ficava linda, sabe?
Geralmente nestes filmes sempre há divisão de grupos: Existem as garotas populares, aquelas bem vestidas, lindas e maravilhosas; Existem os hippies, os nerds, os religiosos, os esportistas etc. Claro que quando assistíamos a estes filmes, sempre torcíamos pela nerd feia, mas no fundo, no fundo, queríamos mesmo estar no grupo das lindas, maravilhosas, populares e fúteis. Com o passar dos anos vamos chegando à fase adulta e percebemos que as coisas são mais ou menos como as histórias daqueles filmes, as pessoas realmente procuram o grupo que mais se identificam e começam a fazer parte dele. O único problema é que muitas vezes estas divisões trazem isolamento e conflitos e estes conflitos podem prejudicar consideravelmente a vida pessoal, social e profissional de um individuo. Como?
Quando chegam à fase adulta, grande parte destes indivíduos tende a não compreender que toda aquela divisão de grupos era simplesmente coisa de adolescente; trazem para a vida adulta toda a visão de adolescente em relação às pessoas e grupos. Na fase adulta tornam-se pessoas preconceituosas, não compreendendo que vivemos em um país miscigenado com uma grande diversidade étnica.
Imagine um profissional preconceituoso? Ele não aceita a raça, a opção sexual ou até mesmo a religião de seu colega de trabalho. Infelizmente isso acaba interferindo no seu desempenho profissional. Profissionais preconceituosos tendem a não desenvolver ética profissional, quando de alguma forma não concordam com as escolhas de seus colegas de trabalho, passam a persegui-los, dificultando-lhes o trabalho e muitas vezes até se utiliza de métodos ilícitos, com o objetivo de dar no seu colega aquela puxada de tapete.
Quando nos deparamos com situações como estas, precisamos de alguma forma compreender que nossa vida adulta é totalmente diferente da nossa adolescência, onde antes não éramos responsáveis por nossas atitudes errôneas e poucas vezes éramos punidos.
Na fase adulta as coisas mudam, é importante compreender que somos os principais responsáveis por nossas atitudes e que se não agirmos de forma correta, com certeza sofremos as consequências.
No colegial as pessoas que se enquadram no grupo das populares, geralmente são pessoas más, que fazem de tudo, não para alcançar o seu objetivo, mas sim para impedir que o objetivo das outras pessoas que lhes cercam, sejam alcançados. Não são nada estudiosos. São indivíduos que fazem acepção de pessoas, escolhendo a dedo os seus amigos e parceiros, que geralmente tem o perfil comportamental idêntico ao seu. São pessoas preconceituosas, que não aceitam as opiniões de outras pessoas, sempre estão certas e no controle da situação. Caso as coisas não saiam como planejado sempre encontram um bode expiatório para assumir a culpa em seu lugar.
No nosso ambiente de trabalho, profissionais populares geralmente são pessoas de boa índole, que se dedicam em desenvolver um bom trabalho, alcançando os seus objetivos e de quebra ainda se colocam à disposição dos colegas, caso necessitem de ajuda. São indivíduos humildes, que não fazem acepção de pessoas, se relaciona bem com todos independente de sua raça, cor, religião, classe social ou opção sexual, livres de qualquer preconceito. Entende que a diversidade só vem ajudar, afinal de contas, à diferença entre nós seres humanos nos trazem um aprendizado mútuo. São pessoas abertas a opiniões, entendendo que as pessoas à sua volta estão ali para somar, são bons ouvintes e totalmente abertos a opiniões. Nunca se intitulam como os donos da razão e quando as coisas não saem como planejado (falhas) são profissionais o suficiente, para assumir a responsabilidade de seus erros, sem procurar alguém para assumir a culpa em seu lugar.
O que mais me chama atenção quando analisamos o perfil comportamental de indivíduos que no colegial pertenciam ao grupo das pessoas populares, é que muitos se comportam no ambiente de trabalho da mesma forma que se comportavam no colegial, acreditando que assim conseguem manter a tal “popularidade”. Geralmente são profissionais apadrinhados, que alcançaram cargos ou posições por indicação ou apadrinhamento. Pessoas assim são tendenciosas ao fracasso, pois num momento tardio, com certeza perceberão o verdadeiro significado da verdadeira popularidade e infelizmente isso só acontece após resultados desastrosos. Frustração, tristeza, depressão sempre tendem aparecer após entendermos que passamos grande parte de nossa vida, vivendo uma vida vazia e fantasiosa.
O que é mais engraçado é que os nerds nada populares, geralmente dominam o mercado de trabalho. São os que entendem que não há popularidade se não houver esforço, dedicação, humildade, respeito mútuo e acima de tudo competência. Nem todos os profissionais populares são grandes profissionais, mais com certeza todos os grandes profissionais são populares.
Na vida adulta se não tivermos bastante cuidado, os papéis podem se inverter. Os nerds se tornam populares e os populares nerds? Com certeza não, os nerds se tornam populares e os antigamente considerados populares, tornam-se fracassados, mas no final de tudo acabam compreendendo que popularidade e preconceito não andam juntos.


Mônica Bastos

15 de abril de 2013

Marcos Feliciano na Presidência da Comissão de Direitos Humanos.

Sou evangélica e talvez a minha posição contra Marcos Feliciano se manter a frente da Comissão de Direitos Humanos, cause polêmica, porém, posso afirmar que tenho argumentação para tal posição.
A Secretaria Especial dos Direitos humanos, é o órgão da Presidência da República que trata da articulação e implementação de políticas públicas voltadas para a promoção e proteção dos direitos humanos, tais como: Criança e Adolescente; Pessoas Idosas; Pessoas Deficientes; Mortos e Desaparecidos Políticos; Combate a Violações; Combate ao Trabalho Escravo; Promoção dos Direitos Humanos; Pessoas com Hanseníase; e também LGBT.
Agora pergunto, o Pr. Marcos Feliciano é evangélico, e como todo evangélico, declara a sua visão a cerca da homossexualidade, ou seja, acreditamos que a prática homossexual é pecado. Como que uma pessoa com uma ideologia declarada pode assumir um cargo que deixa explícito o seu papel em defender os direitos dos homossexuais?
Hoje claramente os homossexuais buscam o direito de oficializar o matrimônio, e agora? O presidente da Comissão de Direitos Humanos vai ter que lutar pelos direitos deles? Mas como isso é possível? Não é possível.
Caso o Pr. Marcos Feliciano na condição de Presidente da Comissão de Direitos Humanos, entre nesta briga, está comprovando a sua falta de ética profissional. O que quero dizer com isso? Que todos nós devemos saber exatamente a nossa posição. Pr. Marcos Feliciano pode como Pr. defender a sua ideologia, mas como parlamentar tem que ser mais cuidadoso. Lembro-me da belíssima posição do Pr. Silas Malafaia, que ao ter a sua visão sobre a homossexualidade questionada como psicólogo, logo se posicionou: “Estou me posicionando como Pastor”. Pastor Silas manteve sua ética profissional, não se posicionou como psicólogo.
Estou bastante preocupada com tudo isso. Pastor Marcos Feliciano não ficará eternamente na Comissão de Direitos Humanos e ao assumir determinado cargo, acredito que deu abertura para que futuramente ativistas gays e outros grupos possam assumir a secretaria. E aí quando isso acontecer? O que iremos fazer? Assim como os homossexuais, ir de encontro. E o que vai acontecer? Simplesmente irão assumir e quem sabe talvez termos dificuldades em relação aos nossos direitos. Na minha visão deveríamos manter a Comissão de Direitos Humanos livre de partidarismo, para que futuramente não venhamos sofrer consequências mais sérias a cerca desta decisão.
Somos evangélicos, porém, profissionais, e como tal devemos manter a ética. Imagine se nós no nosso ambiente de trabalho, impuséssemos para as outras pessoas a nossa visão a cerca do evangelho? Com certeza seríamos demitidos. Fomos chamados para pregar o evangelho de Cristo, mas somos ensinados pela palavra de Deus a fazer tudo com ordem e decência. A Bíblia nos diz: “Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz...” (1 Corintios 14:33). Se Deus não é um Deus de confusão, por que tanta confusão?  A Palavra já não fala mais a verdade?
Lembro-me de uma pregação abençoada que ouvi há certo tempo atrás, e ela nos alertava acerca de unção de Sacerdote e Unção de rei. Acredito fielmente na unção de sacerdote de Marcos Feliciano, porém já não tenho tanta convicção a cerca de sua unção de rei. Sacerdote faça seu papel de sacerdote, deixem os reis cuidarem daquilo que realmente foram chamados.
Sabe o que acontece quando somos por Deus chamados para um propósito e vamos além? Queda, fracasso. O Ministério sacerdotal de nosso amado Pastor Marcos Feliciano está correndo perigo. E alguém pode questionar: Mas será que não foi de Deus o Pr. Marcos ir para o Congresso? Queridos com certeza foi. Porém lembro-me do grande rei Saul.

“E o Espírito do SENHOR se apoderará de ti, e profetizarás com eles, e tornar-te-ás um outro homem. E há de ser que, quando estes sinais te vierem, faze o que achar a tua mão, porque Deus é contigo. Tu, porém, descerás antes de mim a Gilgal, e eis que eu descerei a ti, para sacrificar holocaustos, e para oferecer ofertas pacíficas; ali sete dias esperarás, até que eu venha a ti, e te declare o que hás de fazer.  (1 Samuel 10:6-8)

“Veio, pois, Samuel a Saul; e Saul lhe disse: Bendito sejas tu do SENHOR; cumpri a palavra do SENHOR.” (1 Samuel 15:13)

É necessário ficarmos atentos à voz do Senhor, para não darmos nenhum passo antes que o mesmo autorize. A luta contra a aprovação da lei que permite a união homossexual, não tem nada haver com a Presidência da Comissão de Direitos Humanos. Algumas pessoas estão confusas. Não apoiar Marcos Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos, não significa que somos contra a família tradicional, pelo contrário. O que não podemos permitir é ser usados para tal fim, até por que como Presidente da Comissão de Direitos Humanos o Pr. Marcos Feliciano não poderá levantar esta bandeira, salvo se desejar por justa causa ser expulso. Enquanto os evangélicos gritam que são contra a união homossexual, o Pr. Marcos diz: Não entrego a Presidência. Sendo assim, que continuem a briga contra a aprovação do casamento gay, mas, por favor, a briga do Pr. Marcos Feliciano é outra.
Se o Pr. Marcos não pode defender a causa como Presidente da Comissão de Direitos Humanos, por que tanta briga para mantê-lo lá dentro?

Mônica Bastos



8 de abril de 2013

Nem os homossexuais e nem os não dizimistas entrarão no reino dos céus

Quando falamos de pecado a palavra que logo me vem à mente é desobediência. Sendo assim entendemos que o pecado é simplesmente a desobediência às ordens e aos preceitos do Senhor, descritas na sua palavra. Primeiro pecado praticado pelo homem, segundo a bíblia foi à desobediência a uma ordem dada por Deus no jardim do éden; a ordem é para que o homem não comesse da árvore do conhecimento do bem e do mal.

“E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”. (Gênesis 2 :16-17)

Ao estudarmos o livro de Gênesis, podemos perceber que infelizmente o homem não obedeceu a Deus. Por quê? Será que o homem não obedeceu a Deus simplesmente pelo prazer de contrariar as ordens de Deus? Não, a desobediência veio através da ambição. Eva, vendo que a fruta era boa para se comer e na sua visão ao invés de morrer, os seus olhos se abririam e ficaria como Deus. Baseando-nos nesta palavra podemos perceber como nós seres humanos somos facilmente enganados a pecar e a desobedecer ao Senhor; por muitas vezes preferimos nos enganar a ver a verdade. Algumas pessoas não cristãs podem até questionar: Que Deus é esse tão cheio de oposição? Na verdade compreendemos que o que Deus realmente quer é que simplesmente entendamos que ele é quem está no controle das nossas vidas, e para isso funcionar com certeza tem que ter regras e organização. Quando Deus nos faz certas exigências, é para o nosso bem. Muitas pessoas de religiões diversificadas criticam a forma como nós evangélicos, deixamos que Deus conduza a nossa vida. Mas imagine se isso não acontecesse? Outro dia conversando com o meu chefe até comentei os privilégios de se ter um funcionário evangélico, e um deles era justamente o temor ao Senhor. Quando deixamos de praticar algumas coisas ruins não é simplesmente porque nos achamos melhores do que o restante do mundo, mas simplesmente porque tememos desobedecer às ordens do nosso pai celestial. Imagine se não entendêssemos que roubar, matar, adulterar, enganar e outras coisas mais não fossem errados diante de Deus, como que esse mundo estaria? Deus nos limita, nos controla através das suas ordens e isso faz com que possamos viver mais tranquilamente neste mundo, muitas vezes até “mais seguros”. O que temos que deixar claro é que não é a falta da prática do pecado que nos aproxima mais de Deus, mas o que esta falta de prática traz: Obediência à sua palavra. Quando deixamos de praticar o pecado estamos, mostrado toda a nossa obediência a Deus, estamos automaticamente assumindo o nosso amor, dedicação, respeito e honra. Assumimos verdadeiramente o nosso desejo em servi-lo e agradá-lo. Qual é o meu objetivo através deste artigo? Levar a todos compreenderem a importância da obediência à palavra do Senhor, pois muitas vezes passamos dias fazendo campanhas de oração, pregamos a palavra de Deus, defendemos com unhas e dentes aquilo que verdadeiramente cremos, mas que infelizmente não passam de sacrifício de tolos. Por quê? A palavra é clara quando Deus nos orienta: 

“Porém Samuel disse: Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros”. (1 Samuel 15:22)

A grande satisfação de Deus está em justamente obedecê-lo, se fizermos inúmeras trabalhos para o seu reino em desobediência, é a mesma coisa de não fazer nada, ou seja, é perca de tempo. Por isso, compreendemos que pecado não tem tamanho, ou mentindo ou roubando estamos desobedecendo a Deus. Pecado tem consequências diferenciadas, mas todos, com exceção da blasfêmia contra o Espirito Santo, são de igual tamanho.Isso é bastante preocupante, visto que:

“Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus”. (I Coríntios 6:1)

Percebemos que os efeminados e os roubadores encontram-se na mesma situação, ambos não herdarão o reino dos céus. E aí pergunto: Dentro das nossas igrejas podemos até não aceitar a prática homossexual, mas porque aceitamos a prática do roubo? Como assim? Deixa-me ser mais clara:

“Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação”.  (Malaquias 3:8-9)

Sei que isso é pesado, mas meu papel como serva de Deus é orientar meus queridos irmãos: Cuidado com a sentença que muitas vezes damos para outras pessoas e seus respectivos pecados. Você que não é dizimista, é roubador e está simplesmente enquadrado na mesma lista dos homossexuais. Sendo assim, antes de tudo melhor fazer como a palavra nos orienta:

“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos”. (Oséias 4:6)

Não estou aqui defendendo a prática homossexual, pelo contrário, também a condeno. Só estou alertando através da palavra que cada um examine a si mesmo, antes de lançar sentença para o pecado dos outros. Lembre-se do rei Davi: "E o SENHOR enviou Natã a Davi; e, apresentando-se ele a Davi, disse-lhe: Havia numa cidade dois homens, um rico e outro pobre. O rico possuía muitíssimas ovelhas e vacas. Mas o pobre não tinha coisa nenhuma, senão uma pequena cordeira que comprara e criara; e ela tinha crescido com ele e com seus filhos; do seu bocado comia, e do seu copo bebia, e dormia em seu regaço, e a tinha como filha. E, vindo um viajante ao homem rico, deixou este de tomar das suas ovelhas e das suas vacas para assar para o viajante que viera a ele; e tomou a cordeira do homem pobre, e a preparou para o homem que viera a ele. Então o furor de Davi se acendeu em grande maneira contra aquele homem, e disse a Natã: Vive o SENHOR, que digno de morte é o homem que fez isso. E pela cordeira tornará a dar o quadruplicado, porque fez tal coisa, e porque não se compadeceu. Então disse Natã a Davi: Tu és este homem. Assim diz o SENHOR Deus de Israel: Eu te ungi rei sobre Israel, e eu te livrei das mãos de Saul;" (2 Samuel 12:1-7)
Digo isso porque a palavra do Senhor nos diz que a nossa luta não é contra a carne e sangue, mas contra os principados e potestades do ar. Sendo assim venho através destes alertar a alguns irmãos que a briga do Pr. Marco Feliciano é espiritual e quem tiver disposto a entrar nela, de antemão precisa se preparar espiritualmente, para que não façam sacrifício de tolos e venham sofrer sérias consequências. Quer ajudar o pastor? Se prepare, ore. Porque o povo de Deus não se reúne em campanhas de jejuns e oração? Satanás se vence é assim. Digo isso porque tenho percebido a falta de prudência de alguns servos de Deus, que ficam horas escrevendo bobeiras no facebook, sem saber exatamente que está dando a sua própria sentença. Esse é assunto é sério, essa briga é grande, mas infelizmente o exercito não tem se preparado. Qual o resultado de uma guerra sem que os soldados não estejam preparados?

“Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus”. (I Coríntios 6:1)

Jesus, o maior líder existente em toda história da humanidade, tratou o pecado de forma misericordiosa. Assim como os roubadores, os adúlteros e efeminados não entrarão no reino dos céus e olha como Jesus tratou uma adúltera. “E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando. E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? Isto, diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra. E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra. Quando ouviram isto, redarguidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio. E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais”.  (João 8:3-11).
Através deste texto, não quero que os irmãos desistam de pregar a verdadeira palavra de Deus, combatendo da melhor forma possível as obras da carne, pelo contrário, só quero alertá-los a cerca de que para isso é necessário uma preparação espiritual.


Mônica Bastos